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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 222. - PAIS, FILHOS E A VIOLÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



                        PAIS, FILHOS E A VIOLÊNCIA.

             “... a violência é um dos mais lamentáveis estados humanos e um dos maiores problemas que estamos enfrentando na atualidade...” Chico Xavier/Emmanuel – Livro “Entender Conversando” – Item 189 – IDE.

            Muitos pais, em vez de combaterem a agressividade dos filhos, estimulam neles a competição, rivalidade, reações agressivas às ofensas recebidas, demonstrando que o perdão, a tolerância, a Paciência, a compreensão, o diálogo são valores desconhecidos de seus vocabulário moral.
            É preciso prepará-los para conviver com o mundo, nãoa para debater-se nele com os mesmos desenganos e desequilíbrios comuns a grande parte dos homens que o habitam.
            A falta de preparação educativa no lar e bem abordada por Kardec: “Quando se pensa na massa de indivíduos jogados cada dia na torrente da população, sem princípios, sem freios, entregues a seus próprios instintos, deve-se espantar das conseqüências que daí resultam?

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº.221. - ORIGEM DA VIOLÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



             ORIGEM DA VIOLÊNCIA.

            A ausência de valores morais superiores leva o espírito a buscar caminhos ásperos e dolorosos traçados pela ignorância.
            O egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ambição são monstros devoradores das melhores oportunidades de elevação e progresso espiritual.
            Onde há preconceito, divisão, desrespeito ao próximo, rebeldia, o homem esquece sua racionalidade, desprezando a razão e o bom-senso conquistados em milênios de luta, trabalho e dor, adquirindo pesados débitos que custarão o preço de suor e lágrimas.
            Emmanuel nos alerta: “Não enfatizes qualquer problema de raça ou crença, de preconceito ou separatividade, buscando, ao invés disso, cooperar com a união que a todos nos cabe conquistar perante Deus”.
            É preciso observar nosso mundo íntimo, nossas reações ante situações imprevistas, nossa capacidade de absorver prejuízos materiais e morais, analisando em nossos filhos essas reações em meio à singeleza das brincadeiras.
            Crianças que destroem brinquedos, objetos domésticos, estragam paredes, móveis, matam animais e plantas, gritam continuadamente, explodem em birra à menor contrariedade, demonstram ervas daninhas que devem ser combatidas pelos pais, para que não se transformem em caminho para a irresponsabilidade e o crime, gerando violência. Habituando-se desde as pequenas transgressões, à disciplina e ao equilíbrio, estaremos imunizando-os contra as grandes atitudes de desequilíbrio.
            Como exemplo de sutil análise de psicologia infantil. Chico Xavier coloca: “Criança que gosta de rasgar papéis é uma criança até certo ponto agressiva. Não podemos permitir que tenha uma liberdade nociva”.
           
Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 220. - NOSSOS FILHOS E A VIOLÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



      NOSSOS FILHOS E A VIOLÊNCIA.

            Os pais vivem a problemática, com a responsabilidade de proteger seus filhos, preparando-os para enfrentar a violência do mundo, impondo um padrão de conduta mais elevado, resistindo aos convites do desequilíbrio.
            A violência está presente dentro e fora do domínio de nossos lares. Comentando aquela que ocorre dentro de nossas esferas domésticas, podemos dividi-la em violência externa, como aquela trazida pela televisão (com inúmeros exemplos), jornais etc..., e aquela oriunda de nossas atitudes automáticas, do nosso patrimônio moral, do nosso mundo íntimo: exigências, discussões, gritaria, autoritarismo, ausência de liberdade à criança em suas manifestações, decisão incondicional sobre os destinos de conjugues e filhos, abalos psicológicos oriundos de separações conjugais, abandonos rigor excessivo, falta de diálogo e carinho, surras coações físicas, superproteção, etc.

            Como preparar nosso filhos para enfrentara violência?
            Com certeza, o comportamento dos pais ante os perigos da violência dentro do lar serão uma forte exemplo para os filhos.
            Existe a necessidade de corrigenda e da proteção no trabalho da educação, mas muito mais cuidado para não se romper a linha que separa a autoridade do autoritarismo, a energia do rigor excessivo, para que a criança possa ser verdadeiramente corrigida, sem plantar o pavor e a revolta em seu coração.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º, 219. - A VIOLÊNCIA SOCIAL E A CRIANÇA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 A VIOLÊNCIA SOCIAL E A CRIANÇA.

“Não lances a lenha do azedume ou da crítica na fogueira das tribulações coletivas”.
                                                          
                                  Emmanuel. (Livro: “Pronto Socorro”.)

            Vivemos numa época em que, infelizmente, a violência passou a fazer parte do cotidiano.
            O que é violência? Consultando o dicionário, temos a definição: violência é qualquer força material ou moral contra a vontade ou a liberdade de uma pessoa.
            Completamos: Violência é qualquer ato nosso em desrespeito ao livre-arbítrio do próximo, opondo-nos ao direito e a justiça, praticando constragimento físico ou moral.
            Diz-nos Chico Xavier: “A violência é sem duvida, algo de nossa própria natureza humana, quando irrompe indebitamente, apresentando aquilo que a justiça nos ensina a nomear como sendo periculosidade. Quando a nossa periculosidade atinge graus altos, aparece a violência;;;”.
            Assim, podemos dividir a violência em três tipos de manifestação: Física (agressões, assaltos, etc.), verbal (gritos, palavrões, calúnia, etc.) e moral- espiritual (ódio, desejo de vingança, vibrações de destruição, etc.). Externa-se de diversas formas, das mais visíveis às mais disfarçadas, nos diversos locais; na rua, no transito, no esporte, na sexualidade, nas clínicas de aborto, no lazer, na escola, no trabalho, na natureza, nos vícios, nas guerras, nos meios de comunicação, até mesmo no lar, etc.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 30 de julho de 2017

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 203. - PAIS, FILHOS E A VIOLÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH


       PAIS, FILHOS E A VIOLÊNCIA.

              “... a violência é um dos mais lamentáveis estados humanos e um dos maiores problemas que estamos enfrentando na atualidade...” Chico Xavier/Emmanuel – Livro “Entender Conversando” – Item 189 – IDE.

            Muitos pais, em vez de combaterem a agressividade dos filhos, estimulam neles a competição, rivalidade, reações agressivas às ofensas recebidas, demonstrando que o perdão, a tolerância, a Paciência, a compreensão, o diálogo são valores desconhecidos de seus vocabulário moral.
            É preciso prepará-los para conviver com o mundo, nãoa para debater-se nele com os mesmos desenganos e desequilíbrios comuns a grande parte dos homens que o habitam.
            A falta de preparação educativa no lar e bem abordada por Kardec: “Quando se pensa na massa de indivíduos jogados cada dia na torrente da população, sem princípios, sem freios, entregues a seus próprios instintos, deve-se espantar das conseqüências que daí resultam?

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZaneliniNazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de julho de 2017

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 202. - ORIGEM DA VIOLÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



                 ORIGEM DA VIOLÊNCIA.

            A ausência de valores morais superiores leva o espírito a buscar caminhos ásperos e dolorosos traçados pela ignorância.
            O egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ambição são monstros devoradores das melhores oportunidades de elevação e progresso espiritual.
            Onde há preconceito, divisão, desrespeito ao próximo, rebeldia, o homem esquece sua racionalidade, desprezando a razão e o bom-senso conquistados em milênios de luta, trabalho e dor, adquirindo pesados débitos que custarão o preço de suor e lágrimas.
            Emmanuel nos alerta: “Não enfatizes qualquer problema de raça ou crença, de preconceito ou separatividade, buscando, ao invés disso, cooperar com a união que a todos nos cabe conquistar perante Deus”.
            É preciso observar nosso mundo íntimo, nossas reações ante situações imprevistas, nossa capacidade de absorver prejuízos materiais e morais, analisando em nossos filhos essas reações em meio à singeleza das brincadeiras.
            Crianças que destroem brinquedos, objetos domésticos, estragam paredes, móveis, matam animais e plantas, gritam continuadamente, explodem em birra à menor contrariedade, demonstram ervas daninhas que devem ser combatidas pelos pais, para que não se transformem em caminho para a irresponsabilidade e o crime, gerando violência. Habituando-se desde as pequenas transgressões, à disciplina e ao equilíbrio, estaremos imunizando-os contra as grandes atitudes de desequilíbrio.
            Como exemplo de sutil análise de psicologia infantil. Chico Xavier coloca: “Criança que gosta de rasgar papéis é uma criança até certo ponto agressiva. Não podemos permitir que tenha uma liberdade nociva”.
           
Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)