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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - NOITES DE NATAL. - JOÃO DE DEUS. (CHICO XAVIER.)


                   NOITE DE NATAL.

– “Minha mãe, por que Jesus,
Cheio de amor e grandeza,
Preferiu nascer no mundo
Nos caminhos da pobreza?

Por que não veio até nós,
Entre flores e alegrias,
Num berço todo enfeitado
De sedas e pedrarias?”

– “Acredito, meu filhinho,
Que o Mestre da Caridade
Mostrou, em tudo e por tudo,
A luminosa humildade!...

Às vezes, penso também
Nos trabalhos deste mundo,
Que a Manjedoura revela
Ensino bem mais profundo!”

E a pobre mãe, de olhos fixos
Na luz do céu que sorria,
Concluiu com sentimento,
Em terna melancolia:

– “Por certo, Jesus ficou
Nas palhas, sem proteção,
Por não lhe abrirmos na Terra
As portas do coração.”

João de Deus

NASCIDO em São Bartolomeu de Messines, Portugal, em 1830, e desencarnado em 1896, afirmou-se um dos maiores líricos da língua portuguesa. É tão bem conhecido no Brasil quanto em seu belo país. Nestas poesias palpita, de modo inconfundível, a suavidade e o ritmo da sua lira.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - AUTORES DIVERSOS. - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 22 de dezembro de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL DE NATAL. - NATAL. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)


                          NATAL.

            As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
            Glória a Deus no Universo Divino.
            Paz na Terra.
            Boa vontade para com os Homens.
            O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
            Nem castigo ao rico avarento.
            Nem punição ao pobre desesperado.
            Nem desprezo aos fracos.
            Nem condenação aos pecadores.
            Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
            Nem anátema contra o gentio inconsciente.
            Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa-vontade.
            A justiça do “olho por olho” e do ‘dente por dente” encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até a cruz.
            Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível ...
            Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
            O algoz seria digno de piedade.
            O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
            O criminoso passaria à condição de doente.
            Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales da imundície.
            Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
            Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
            Natal! Boa Nova! Boa Vontade! ...
            Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.


Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, Rj. - 1982.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

- MENSAGEM DE NATAL. - NATAL. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



                          NATAL.

            - “...amai-vos uns aos outros como eu vos amei”,
            - “...a cada um será dado segundo a suas obras”,
            - “...não julgueis, para não seres julgados”,
            - “...fora da caridade não há salvação”,
            - “...a tua fé te salvou, a tua fé te curou”,
            - “...Honrar Pai e Mãe”.

            Emmanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro Fonte Viva, envia-nos a seguinte mensagem sobre o Natal:
            As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
            Glória a Deus no Universo Divino.
            Paz na Terra.
            Boa vontade para com os Homens.
            O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
            Nem castigo ao rico avarento.
            Nem punição ao pobre desesperado.
            Nem desprezo aos fracos.
            Nem condenação aos pecadores.
            Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
            Nem anátema contra o gentio inconsciente.
            Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa-vontade.
            A justiça do “olho por olho” e do ‘dente por dente” encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até a cruz.
            Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível ...
            Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
            O algoz seria digno de piedade.
            O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
            O criminoso passaria à condição de doente.
            Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales da imundície.
            Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
            Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
            Natal! Boa Nova! Boa Vontade! ...
            Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.
            Neste Natal, iniciemos a nossa verdadeira transformação do homem velho para o homem novo, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, o Filho de Deus, Nosso Pai.
            Desejo-lhes dias venturosos, no Novo Ano, com muita fé, paz de espírito, coragem, intuídos e inspirados na prática da Caridade. regra básica da nossa evolução

             Tenhamos um Feliz Natal, um Maravilho Novo Ano.

                                                           Assim Seja.


Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, R - 1982.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 15 de março de 2016

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - NA NOITE DE NATAL. - CARMEM CINIRA. (CHICO XAVIER.)

                       NA NOITE DE NATAL.

Noite de paz e amor! Repicam sinos,
Doces, harmoniosos, cristalinos,
Cantando a excelsitude do Natal!...
A estrela de Belém volta, de novo,
A brilhar, ante os júbilos do povo,
Sob a crença imortal.

De cada lar ditoso se irradia
A glória da amizade e da harmonia,
Em festiva oração;
Une-se o noivo à noiva bem-amada,
Beija o filho a mãezinha idolatrada,
O irmão abraça o irmão.

Dentro da noite, há corações ao lume
E há sempre um bolo, em vagas de perfume,
Sob claro dossel...
Nascem canções e flores de mansinho,
Em édenes fechados de carinho,
De esperança e de mel.

Mas, lá fora, a tristeza continua...
Há quem chora sozinho, em plena rua,
Ao pé da multidão;
Há quem clama piedade e passa ao vento,
Ralado de tortura e sofrimento,
Sem a graça de um pão.

Há quem contempla o céu maravilhoso,
Rogando à morte a bênção do repouso
Em terrível pesar!
Ah! como é triste a imensa caravana,
Que segue, aflita, sob a treva humana
Sem consolo e sem lar...

Tu, que aceitaste a luz renovadora.
Do Rei que se humilhou na manjedoura
Para amar e servir,
Volve o olhar compassivo à senda escura,
Vem amparar os filhos da amargura,
Que não podem sorrir.

Desce do pedestal que te levanta
E estende a mão miraculosa e santa
Ao desalento atroz;
Para unir-nos no Amor, fraternalmente,
Desceu Jesus do Céu Resplandecente
E imolou-se por nós.

Vem medicar quem geme na calçada!...
Oferece à criança abandonada
Um velho cobertor;
Traze a quem sofre a lúcida fatia
Do teu prato de sonho e de alegria,
Temperado de amor.

Visita as chagas negras da mansarda
Onde a miséria súplice te aguarda
Em nome de Jesus.
Há muita crença enferma, quase morta,
Que só pede um sorriso brando à porta,
Para tornar à luz.

Natal!... Prossegue o Mestre, de viagem,
Em vão buscando um quarto de estalagem,
Um ninho pobre, em vão!...
E encontra sempre a cruz, ao fim da estrada,
Por não achar socorro, nem pousada
Em nosso coração.

                                                                                                          CÁRMEN CINIRA.

            Nome literário de Cinira do Carmo Bordini Cardoso: nasceu no Rio de Janeiro, em 1902, e faleceu em 30 de agosto de 1933. Sua espontaneidade poética era tão grande que ela própria acreditava serem os seus versos de origem mediúnica. Glorificou o Amor, a Renúncia, o Sacrifício e a Humildade, em obras como: Crisálida, Grinalda de Violetas, Sensibilidade.


            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

- MENSAGEM DE NATAL. - NA GLÓRIA DO NATAL. - IRMÃO X. (CHICO XAVIER.)

                        NA GLÓRIA DO NATAL.

            Senhor - rei divino projetado às sombras da manjedoura -, diante do teu berço de palha recordo-me de todos os conquistadores que te antecederam na Terra.
            Em rápida digressão, vejo Sesóstris, em seu carro triunfal, pisando escravos e vencidos, em nome do Egito sábio, e Cambises, o rei dos persas, ocupando o vale do Nilo, antes poderoso e dominador.
            Recordo as lutas sanguinolentas dos assírios, disputando a hegemonia do seu império dividido e infeliz.
            Nabopolassar e Nbucodonosor reapareceram à minha frente, arrasando Nínive e atacando Jerusalém, cercados de súditos a se banquetearem sobre presas misérrimas para desaparecerem, depois num sudário de cinza.
            Não observo, contudo, apenas o gentio, na pilhagem e na discórdia, expandindo a própria ambição; o povo escolhido, apesar dos desígnios celestes que lhes fulguram na Lei, entrega-se, de quando em quando, à sementeira de miséria e ruína; revoluções e conflitos ceifam as doze tribos e o orgulho desvairado compele irmãos ao extermínio de irmãos.
            Revejo os medas açoitados pelos siberianos e citas.
            Dario surge, ao meu olhar assombrado, envolvido nos esplendores de Persépolis para mergulhar-se, em seguida, nos labirintos do túmulo.
            Esparta e Atenas, entre os códigos e espadas, se estraçalham mutuamente, no impulso de predomínio; numerosos tiranos, dentro de seus muros, manobram o cetro da governança, fomentando a humilhação e o luto.
            Alexandre, à maneira de privilegiado, passa esmagando cidades e multidões, deixando um cortejo de lágrimas, atrás da fanfarra guerreira que lhe abre caminho à morte, em plena mocidade.
            E os romanos Senhor? Desde as alucinações dos descendentes de Príamo ao último dos imperadores, deposto por Odoacro, jamais esconderam a vocação do poder, arrojando povos livres ao despenhadeiro da destruição...
            Todos os conquistadores vieram e dominaram, surgindo na condição de pirilampos barulhentos, confundidos, à pressa, num turbilhão de desencanto e poeira. Tu, porém, Soberano Senhor, Te contentaste com o berço da estrebaria!
            Ministros e sábios não te contemplaram, na hora primeira, mas olvides pastores ajoelharam, sorridentes, diante de Ti, buscando a luz de Teus olhos angelicais...
            Hinos de guerra não fizeram ouvir à tua chegada libertadora; todavia, em sinal de reconhecimento, cânticos abençoados de louvor subiram ao Céu, dos corações singelos que te exaltavam a Estrela Gloriosa, a resplandecer nos constelados caminhos.
            Os outros, Senhor, conquistaram à custa de punhal e veneno, perseguição e força, usando exércitos e prisões, assassínio e tortura, traição e vingança, aviltamento e escravidão, títulos fantasiosos e arcas de ouro...
            Tu, entretanto, perdoando e amando, levantando e curando, modificaste a obra de todos os déspotas e legisladores que procediam do Egito e da Assíria, da Judéia e da Fenícia, da Grécia e de Roma, renovando o mundo inteiro.
            Não mobilizaste soldados, mas ensinaste a um punhado de homens valorosos a luminosa ciência do sacrifício e do amor. Não argumentaste com os reis e com algumas crianças e mulheres humildes, semeando a compreensão superior da vida no coração popular...
            E por fim, Mestre, longe de escolheres um trono de púrpura a fim de administrares o Reino Divino de que te fizeste embaixador e ordenador, preferiste o sólio da cruz, de cujos braços duros e tristes ainda nos envias compassivos olhar, convidando-nos à caridade e à harmonia, ao entendimento e ao perdão...
            Conquistador das almas e governador do mundo, agora que os teus tutelados afiam as armas para novos duelos sangrentos, neste século de esperanças e desilusões, ajuda-nos a dobrar a cerviz orgulhosa, diante do teu singelo berço de palha!...
            Mestre da Verdade e do Bem, da Humildade e do Amor, permite que o astro sublime de teu Natal brilhe, ainda, na noite de nossas almas e estende-nos caridosas mãos para que nos livremos de velhas feridas, marchando no teu encontro na verdadeira senda de redenção.

                                                                                              IRMÃO X.

Fonte: Livro “Pontos e Contos”, - Irmão X, - Francisco C. Xavier, - 10 a. Edição, - Editora FEB, - Rio de Janeiro, RJ, Abril de 1999.


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

- MENSAGENS DE NATAL. - SÚPLICA DE NATAL.

                     MENSAGENS DE NATAL.

                           SÚPLICA DE NATAL.

                        Amado Jesus:
                        na excelsa manjedoura
                        que te esconde a glória sublime,
                        ouve a nossa oração!
                        Ajuda-nos
                        a procurar a simplicidade
                        que nos reúne ao teu amor...
                        Auxilia-nos
                        a renascer dentro de nós mesmos,
                        buscando em Ti a força
                        para sermos, em Teu Nome,
                        irmãos uns dos outros!
                        Mestre do Eterno Bem,
                        sustenta as nossas almas
                        a fim de que alegria
                        de servir e ajudar
                        nos ilumine a senda,
                        não somente na luz
                        de teu santo Natal,
                        mas em todos os dias,
                        aqui, agora e sempre...

                                    Autor e Fonte Não Informado.


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

- MENSAGEM ESPECIAL. - NATAL. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

                           NATAL.

            - “...amai-vos uns aos outros como eu vos amei”,
            - “...a cada um será dado segundo a suas obras”,
            - “...não julgueis, para não seres julgados”,
            - “...fora da caridade não há salvação”,
            - “...a tua fé te salvou, a tua fé te curou”,
            - “...Honrar Pai e Mãe”.

            Emmanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro Fonte Viva, envia-nos a seguinte mensagem sobre o Natal:
            As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
            Glória a Deus no Universo Divino.
            Paz na Terra.
            Boa vontade para com os Homens.
            O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
            Nem castigo ao rico avarento.
            Nem punição ao pobre desesperado.
            Nem desprezo aos fracos.
            Nem condenação aos pecadores.
            Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
            Nem anátema contra o gentio inconsciente.
            Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa-vontade.
            A justiça do “olho por olho” e do ‘dente por dente” encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até a cruz.
            Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível ...
            Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
            O algoz seria digno de piedade.
            O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
            O criminoso passaria à condição de doente.
            Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales da imundície.
            Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
            Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
            Natal! Boa Nova! Boa Vontade! ...
            Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.
            Neste Natal, iniciemos a nossa verdadeira transformação do homem velho para o homem novo, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, o Filho de Deus, Nosso Pai.
            Desejo-lhes dias venturosos, no Novo Ano, com muita fé, paz de espírito, coragem, intuídos e inspirados na prática da Caridade. regra básica da nossa evolução

             Tenhamos um Feliz Natal, um Maravilho Novo Ano.

                                                           Assim Seja.

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, R - 1982.


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

- MENSAGEM ESPECIAL. - NATAL -. EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

                               NATAL.

            - “...amai-vos uns aos outros como eu vos amei”,
            - “...a cada um será dado segundo a suas obras”,
            - “...não julgueis, para não seres julgados”,
            - “...fora da caridade não há salvação”,
            - “...a tua fé te salvou, a tua fé te curou”,
            - “...Honrar Pai e Mãe”.
            Emmanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro Fonte Viva, envia-nos a seguinte mensagem sobre o Natal:
            As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.
            Glória a Deus no Universo Divino.
            Paz na Terra.
            Boa vontade para com os Homens.
            O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
            Nem castigo ao rico avarento.
            Nem punição ao pobre desesperado.
            Nem desprezo aos fracos.
            Nem condenação aos pecadores.
            Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
            Nem anátema contra o gentio inconsciente.
            Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa-vontade.
            A justiça do “olho por olho” e do ‘dente por dente” encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até a cruz.
            Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível ...
            Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
            O algoz seria digno de piedade.
            O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
            O criminoso passaria à condição de doente.
            Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales da imundície.
            Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
            Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
            Natal! Boa Nova! Boa Vontade! ...
            Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.
            Neste Natal, iniciemos a nossa verdadeira transformação do homem velho para o homem novo, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, o Filho de Deus, Nosso Pai.
            Desejo-lhes dias venturosos, no Novo Ano, com muita fé, paz de espírito, coragem, intuídos e inspirados na prática da Caridade. regra básica da nossa evolução
             Tenhamos um Feliz Natal, um Maravilho Novo Ano.
                
                                           Assim Seja.
  
    Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM ESPECIAL. - NA GLÓRIA DO NATAL. - IRMÃO X. (CHICO XAVIER.)

                       NA GLÓRIA DO NATAL.

            Senhor - rei divino projetado às sombras da manjedoura -, diante do teu berço de palha recordo-me de todos os conquistadores que te antecederam na Terra.
            Em rápida digressão, vejo Sesóstris, em seu carro triunfal, pisando escravos e vencidos, em nome do Egito sábio, e Cambises, o rei dos persas, ocupando o vale do Nilo, antes poderoso e dominador.
            Recordo as lutas sanguinolentas dos assírios, disputando a hegemonia do seu império dividido e infeliz.
            Nabopolassar e Nbucodonosor reapareceram à minha frente, arrasando Nínive e atacando Jerusalém, cercados de súditos a se banquetearem sobre presas misérrimas para desaparecerem, depois num sudário de cinza.
            Não observo, contudo, apenas o gentio, na pilhagem e na discórdia, expandindo a própria ambição; o povo escolhido, apesar dos desígnios celestes que lhes fulguram na Lei, entrega-se, de quando em quando, à sementeira de miséria e ruína; revoluções e conflitos ceifam as doze tribos e o orgulho desvairado compele irmãos ao extermínio de irmãos.
            Revejo os medas açoitados pelos siberianos e citas.
            Dario surge, ao meu olhar assombrado, envolvido nos esplendores de Persépolis para mergulhar-se, em seguida, nos labirintos do túmulo.
            Esparta e Atenas, entre os códigos e espadas, se estraçalham mutuamente, no impulso de predomínio; numerosos tiranos, dentro de seus muros, manobram o cetro da governança, fomentando a humilhação e o luto.
            Alexandre, à maneira de privilegiado, passa esmagando cidades e multidões, deixando um cortejo de lágrimas, atrás da fanfarra guerreira que lhe abre caminho à morte, em plena mocidade.
            E os romanos Senhor? Desde as alucinações dos descendentes de Príamo ao último dos imperadores, deposto por Odoacro, jamais esconderam a vocação do poder, arrojando povos livres ao despenhadeiro da destruição...
            Todos os conquistadores vieram e dominaram, surgindo na condição de pirilampos barulhentos, confundidos, à pressa, num turbilhão de desencanto e poeira. Tu, porém, Soberano Senhor, Te contentaste com o berço da estrebaria!
            Ministros e sábios não te contemplaram, na hora primeira, mas olvides pastores ajoelharam, sorridentes, diante de Ti, buscando a luz de Teus olhos angelicais...
            Hinos de guerra não fizeram ouvir à tua chegada libertadora; todavia, em sinal de reconhecimento, cânticos abençoados de louvor subiram ao Céu, dos corações singelos que te exaltavam a Estrela Gloriosa, a resplandecer nos constelados caminhos.
            Os outros, Senhor, conquistaram à custa de punhal e veneno, perseguição e força, usando exércitos e prisões, assassínio e tortura, traição e vingança, aviltamento e escravidão, títulos fantasiosos e arcas de ouro...
            Tu, entretanto, perdoando e amando, levantando e curando, modificaste a obra de todos os déspotas e legisladores que procediam do Egito e da Assíria, da Judéia e da Fenícia, da Grécia e de Roma, renovando o mundo inteiro.
            Não mobilizaste soldados, mas ensinaste a um punhado de homens valorosos a luminosa ciência do sacrifício e do amor. Não argumentaste com os reis e com algumas crianças e mulheres humildes, semeando a compreensão superior da vida no coração popular...
            E por fim, Mestre, longe de escolheres um trono de púrpura a fim de administrares o Reino Divino de que te fizeste embaixador e ordenador, preferiste o sólio da cruz, de cujos braços duros e tristes ainda nos envias compassivos olhar, convidando-nos à caridade e à harmonia, ao entendimento e ao perdão...
            Conquistador das almas e governador do mundo, agora que os teus tutelados afiam as armas para novos duelos sangrentos, neste século de esperanças e desilusões, ajuda-nos a dobrar a cerviz orgulhosa, diante do teu singelo berço de palha!...
            Mestre da Verdade e do Bem, da Humildade e do Amor, permite que o astro sublime de teu Natal brilhe, ainda, na noite de nossas almas e estende-nos caridosas mãos para que nos livremos de velhas feridas, marchando no teu encontro na verdadeira senda de redenção.

                                                                                              IRMÃO X.

Fonte: Livro “Pontos e Contos”, - Irmão X, - Francisco C. Xavier, - 10 a. Edição, - Editora FEB, - Rio de Janeiro, RJ, Abril de 1999.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

- MENSAGEM ESPECIAL. - NATAL. - JESUS SEMPRE. - MEIMEI. (CHICO XAVIER.)

                                            NATAL!...

            - “Louvor a Deus nas Alturas E paz aos homens na Terra”!...

                      JESUS SEMPRE.

                        Natal!... A Terra festeja.
                        Alegria em tanta gente!...
                        É o regresso de Jesus
                        Sobre um mundo diferente.

                        Há linda estrela na rua.
                        Será Belém na cidade?
                        É imenso bojo brilhando
                        Em luz de eletricidade.

                        Grandes corpos se aproximam
                        Dos templos pregando amor...
                        Não são animais amigos,
                        São máquinas a motor.

                        Nos ares, faróis cintilam,
                        Modificando a paisagem;
                        Não são peças de outros mundos
                        São aviões de passagem.

                        Aparecem sons estranhos
                        Entre as vozes cristalinas;
                        São aptos estridentes
                        De chaminés e buzinas.

                        Doentes formulam preces
                        Em remansos locais;
                        Não são vales de abandono,
                        São refúgios e hospitais.

                        Há muitas penúria ainda,
                        No entanto, estradas a fora,
                        A caridade prossegue
                        Reconfortando a quem chora.

                        Ruge a guerra,por enquanto,
                        Tentando grupos e povos;
                        Entretanto, do progresso
                        Vão surgindo tempos novos.

                        Tiranos inda aparecem
                        Fazendo enormes ruídos,
                        Flagelam comunidades
                        Mas logo são esquecidos.

                        De toda calamidade
                        Eis que renasce a esperança;
                        As trevas caem vencidas,
                        O mundo progride e avança;

                        Natal!... A fé se renova...
                        Clama o Céu que se descerra;
                        - “Louvor a Deus nas alturas
                        E paz aos homens na Terra”!...

                        Natal!... E todos cantamos
                        Na luz do mesmo fervor;
                        - Jesus reina!... Jesus vence!...
                        Louvado sejas, Senhor!...”

                                                                       MEIMEI.

Fonte: Mensagem recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier, em reunião pública da noite de 22/setembro/1979, no Grupo Espírita da Prece, em Uberaba, MG.


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