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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS III. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.

CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.       
                
       A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS III.

            Devemos lembrar que os animais também estão “A CAMINHO DA PERFEIÇÃO”, assim, como nós. Porém, o que difere é o grau de evolução em que nós e eles nos encontramos. (Grifo do autor do Blog.)

                                                                       * * *

            Quando questionamos: “OS ANIMAIS TEM ALMA?”, “Ela sobrevive ao corpo?”, “Existe animais no mundo dos Espíritos?”, “Quais as suas relações com a alma humana?”.

            Por milênios, os filósofos e teólogos deram apenas opiniões pessoais. Kardec perguntou aos Espíritos o que eles viram no lado de lá.
            As repostas foram surpreendentes.

            Por mais surpreendente que pareça, diversos filósofos, a Igreja e os cientistas materialistas acham que os animais são apenas máquinas, sem destino futuro.

            Sócrates e Platão, precursores do Espiritismo, afirmavam a reencarnação e a sobrevivência da alma, tanto dos homens como dos animais.

            Nos mundos mais evoluídos, os animais superiores são auxiliares que executam as tarefas manuais, eles se comunicam e acreditam que os homens são seus deuses.
           
                        Fonte: Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” - No. 23. - São Paulo, SP.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS II. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.


CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.       
               
            A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS II.

            O último elo do princípio inteligente antes que possa encarnar como homem não está na Terra, mas em planetas superiores. Os Espíritos falaram dos animais de Júpiter para Kardec, na Revista Espírita de 1858. Lá os animais fazem todo o trabalho manual: “São os servidores e os operários; as ocupações dos homens são puramente intelectuais. O homem é, para eles, uma divindade, mas uma divindade tutelar que jamais abusa do seu poder para oprimi-los”.
            Os animais foram assim descritos: “As patas desapareceram em  alguns para darem lugar a certas pernas, que lembram ainda a forma primitiva, a dois braços robustos, singularmente ligados e terminados por verdadeiras mãos, se nelas considero a posição dos dedos. Coisa bizarra, a cabeça, ao contrário, não é tão aperfeiçoada quanto o resto! Assim a fisionomia reflete alguma coisa de humano, mas o crânio, o maxilar e, sobretudo, a orelha, nada têm que diferem sensivelmente do animal terrestre; fácil é, pois, distingui-los entre si; este é um cão, aquele um leão.
            Naquele planeta, a alimentação dos humanos é puramente vegetal, pois o “o homem é o protetor dos animais”, Os bichos possuem uma linguagem esse comunicam. As pessoas se unem em famílias ligadas por laços de afinidade. “a vontade de um Espírito de Júpiter pode chamar para si todo animal que, em uma das suas vidas anteriores, lhe haja dado provas de afeição. (...) agrupam também, ao redr das famílias, todo um cortejo de animais devotados. Por conseqüência, nosso apego neste mundo por um animal, o cuidado que tomamos para abrandá-lo e humanizá-lo, tudo isso tem a sua razão de ser”.

Fonte: Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” - No. 23. - São Paulo, SP.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 20 de julho de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS; - EXISTEM ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL?- REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.



             OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.

                A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS;
   
  EXISTEM ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL?

            Em 1864, um casal francês perdeu cedo seu filho mais velho. Restava em casa uma jovem menina e uma linda cadela galga, que havia sido do rapaz. A pequena Mika, muito bem educada, tinha o hábito de dormir aos pés de seu dono. No inverno, quando o frio era intenso, costuma grunhir. Era sinal que pedia autorização para deitar-se em meio as cobertas, ao lado de seu senhor. Um hábito agradável para  velho espírita Frances.
            Em setembro daquele ano, a cadelinha adormeceu e morreu. Nada Pôde fazer o médico veterinário. Toda família lamentou muito. A inteligência, afeição e suavidade do animal fizeram com que todos sentissem como a perda de um filho. Volta e meia o assunto e a saudade voltavam.
            Alguns meses depois aconteceu o inesperado:
            - Ultimamente – contou o senhor – pelo meio da noite, estando deitado mas sem dormir, ouvia partir dos pés de meu leito aquele pequeno grunhido da pequena cadela. Estendi o braço para chamá-la, mas em vão.
            De manha, comentou com a esposa, que do mesmo modo ouviu, não uma, mas duas vezes. Sua filha pequena escutou também.
            - Confesso que sou meio surdo e não escuto os sons da rua, nem mesmo os trovões! Mas um som dentro do quarto é inequívoco.
            Essa história foi relatada por Allan Kardec na Revista Espírita de 1865. Nesse mesmo artigo, um Espírito afirma ao codificador que eles “não se enganaram ouvindo um grito alegre do animal reconhecido pelos cuidados de seu dono, vindo, antes de passar ao estado intermediário de um desenvolvimento a outro, lhe trazer uma lembrança”. E explicou ainda: “A manifestação pode dar-se, mas é passageira, porque o animal, para subir um degrau, necessita de um trabalho latente”, que faz no mundo espiritual.
            Sobre o assunto, Alan Kardec citou outros casos análogos e conclui afirmando: “Não é pelos sistemas que se poderá resolver esta grave questão: é pelos fatos. Se deve sê-lo um dia, o Espiritismo, criando a psicologia experimental, é o único que lhe poderá fornecer os meios”.
            Depois da morte, o animal pode permanecer com seu corpo espiritual no mundo dos espíritos. Mas esses casos são exceções. A maioria é logo reaproveitada em novos renascimentos e, enquanto aguardam, permanecem como crisálidas no plano espiritual. Os Espíritos, no entanto, sempre relataram a presença de animais na espiritualidade para tarefas específicas. Uma delas é a condução de trabalhadores em ambientes mais denso, onde são utilizadas mulas e cavalos. Outra possibilidade é a presença de cachorros, gatos e pássaros de estimação para auxiliar na recuperação de espíritos recém-desencarnados. Todavia, são sempre animais sociais. Não haveria razão de ser para a presença de bichos ferozes ou simplesmente vagando sem cuidado no mudo espiritual.

            Fonte: Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” – No. 23. – Editora Universo Espírita. – São Paulo, SP.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 2 de maio de 2017

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - N º. 196. - ELUCIDANDO DÚVIDAS DOS JOVENS. - ALMA IMATERIAL!?... SÃO TOMÁS DE AQUINO. - REVISTA INFORMAÇÃO.

  ELUCIDANDO DÚVIDAS DOS JOVENS.

ALMA IMATERIAL!?... SÃO TOMÁS DE AQUINO.

         S. Tomás de Aquino, teólogo da Igreja, afirma que a alma é imaterial e que, unida ao corpo, passa a constituir uma unidade corpo-alma; que, separada do corpo, a alma perde a sua capacidade de ação e, portanto, fica claro que ela não têm meios de se manifestar. Essa unidade alma-corpo é que nos dá a compreensão exata da necessidade da ressurreição, porque, então, voltando a se unir ao corpo no Juízo Final, o homem retoma a sua individualidade e atinge o seu destino. Como que o Espiritismo Vê essa questão? Não estaria havendo uma contradição dos espíritas ao afirmarem que a alma dos mortos pode se manifestar? Se é alma, não tem corpo, como ela pode se manifestar?

            O Espiritismo também afirma que o homem tem corpo e alma. Quando essa alma se desvincula do corpo, preferimos chamá-la de espírito, porque o termo alma(de “anima”, do latim) tem o sentido etimológico de animar, dar vida. Quando ela esta unida ao corpo, ela realmente da vida ao corpo; quando se desprende, deixa de ter essa função, para se constituir num ser espiritual ou espírito. Na verdade, os estudos espíritas, iniciados por Allan Kardec por volta de 1854 e desenvolvidos por vários pesquisadores depois de Kardec, mostraram que o ser humano é constituído de corpo, alma \\\(espírito) e perispírito, sendo este uma espécie de corpo semi-material (ou formado de uma matéria mais sutil),que se constitui justamente no meio de manifestação do espírito, quando desencarnado.  A visão de Tomás de Aquino é apenas filosófica, sem qualquer base experimental, de modo que ele julgou ser a alma algo completamente imaterial em oposição a constituição física do corpo. Está questão é semelhante àquela do filósofo tomista que, ante a iminência de um cientista construir uma máquina qe produziria o vácuo, afirmou que essa máquina seria inviável; ele partira da premissa de que o vácuo e ausência do ar, e a ausência do ar é o nada; como o nada não existe, o vácuo seria um absurdo filosófico e, portanto, impossível. Parece que Tomás de Aquino, por ser tomista também, considerou a alma tão imaterial, que a transformou em nada quando, na verdade, a alma é alguma coisa. A filosofia sem Ciência acaba caindo nessas inconsistências, que não encontram apoio na realidade do mundo. Para o Espiritismo, com base em experiências de manifestações físicas de espíritos, existe aquela extrutura de formação etérea, fora do alcance de nossos sentidos comuns, porém, ainda material e que sobrevive à morte do corpo, guardando mais freqüentemente seus traços e características. Em “O LIVRO DOS MÉDIUSN” (1861), a respeito do assunto Kardec afirmou: “Quando dizemos que ela (a alma) é imaterial, é preciso entender-se no seu sentido relativo e não absoluto, porque a imaterialidade absoluta seria o nada; ora, a alma ou o espírito é alguma coisa, queremos dizer que a sua essência é de tal sorte superior que não tem nenhuma analogia com o que chamamos matéria e assim, para nós ela é imaterial”. Note, aqui, que Kardec estava na metade do século XIX e o conhecimento que se tinha, naquela época, da matéria era muito restrito em relação ao que se tem hoje. A partir da descoberta da “matéria radiante” por William Crookes (que, por sinal, foi um dos mais destacados experimentadores do espírito em fenômenos de materialização), as investigações sobre a natureza da matéria tomaram outro rumo, formulando-se sucessivas teorias a respeito da estrutura atômica. Com Albert Einstein, já no século XX (1905), surgiu praticamente uma nova concepção de matéria e energia, concorrendo plenamente para a confirmação daquilo que Kardec havia dito numa fase embrionária. Somente em 1913, Niels Bohr estabeleceu o novo modelo de átomo e Paul Adrien Maurice Dirac, em 1928, prenunciou a existência do anti-elétron, partindo a Ciência para a investigação da chamada anti-matéria. Hoje, sabe-se que, teoricamente, não existe diferença entre matéria e energia, e que tanto a constituição física do corpo quanto a chamada “semi-matérial” do perispírito são aspectos de uma mesma realidade material de que o Universo e formado. Portanto, essas novas descobertas da Ciência acabaram revolucionando os conhecimentos que se tinham a respeito da matéria e, até mesmo, mudando o conceito de matéria. Mas elas não contrariam os pressupostos que o Espiritismo havia levantado, na metade do século XIX, antes, porém, reafirmaram a visão espírita de que não existe apenas esta matéria palpável e “grosseira” de que o homem vem tendo conhecimento há milênios. O perispírito, por conseguinte, como afirmava Kardec, é constituído de uma outra matéria, mas não deixa de ser instrumento de manifestação do espírito. Na outra dimensão da existência, os desencarnados continuam, portanto, tendo o seu “corpo”, através do qual se manifestam, podendo não só se comunicar pelo pensamento através dos médiuns, mas podendo até mesmo concorrer para a produção de fenômenos de efeitos físicos, que podem ser observados e constatados concretamente. Por outro lado, se há ressurreição ela pode ser  existir no sentido atribuído pelo apóstolo Paulo, que afirmou que “morremos num corpo material e ressuscitamos num corpo espiritual” (no caso, o perispírito), e esse fenômeno acontece todos os dias, cada vez que uma pessoa desencarna. O mesmo fenômeno aconteceu com Jesus, por ocasião de sua visita à casa de Pedro e na estrada de Emáus, quando Ele, depois de morto, apareceu aos discípulos. Acreditar na ressurreição dos mortos num juízo final, sabe Deus quando, sabendo que o processo de transformação da matéria (orgânica) é continuo e irreversível, é incorrer na mais ingênua concepção das leis naturais e contrariar o mais elementar princípio da Ciência.  Maiores informações a respeito podem ser encontradas na  Obra “ESPÍRITO, PERISPIRITO E ALMA” de Hernani Guimarães Andrade, Editora Pensamento S. Paulo.

Pergunta elaborada por: - Anônimo.

Fonte: Revista Informação. – No. 184. – Março de 1992.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 10 de março de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.


CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.      
           
    A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS.

            Devemos lembrar que os animais também estão “A CAMINHO DA PERFEIÇÃO”, assim, como nós. Porém, o que difere é o grau de evolução em que nós e eles nos encontramos. (Grifo do autor do Blog.)

                                                                       * * *

            Quando questionamos: “OS ANIMAIS TEM ALMA?”, “Ela sobrevive ao corpo?”, “Existe animais no mundo dos Espíritos?”, “Quais as suas relações com a alma humana?”.

            Por milênios, os filósofos e teólogos deram apenas opiniões pessoais. Kardec perguntou aos Espíritos o que eles viram no lado de lá.
            As repostas foram surpreendentes.

            Por mais surpreendente que pareça, diversos filósofos, a Igreja e os cientistas materialistas acham que os animais são apenas máquinas, sem destino futuro.

            Sócrates e Platão, precursores do Espiritismo, afirmavam a reencarnação e a sobrevivência da alma, tanto dos homens como dos animais.

            Nos mundos mais evoluídos, os animais superiores são auxiliares que executam as tarefas manuais, eles se comunicam e acreditam que os homens são seus deuses.
           
                        Fonte:Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” - No. 23. - São Paulo, SP.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 18 de fevereiro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS II. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.

CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.      
               
                   A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS II.

            O último elo do princípio inteligente antes que possa encarnar como homem não está na Terra, mas em planetas superiores. Os Espíritos falaram dos animais de Júpiter para Kardec, na Revista Espírita de 1858. Lá os animais fazem todo o trabalho manual: “São os servidores e os operários; as ocupações dos homens são puramente intelectuais. O homem é, para eles, uma divindade, mas uma divindade tutelar que jamais abusa do seu poder para oprimi-los”.
            Os animais foram assim descritos: “As patas desapareceram em  alguns para darem lugar a certas pernas, que lembram ainda a forma primitiva, a dois braços robustos, singularmente ligados e terminados por verdadeiras mãos, se nelas considero a posição dos dedos. Coisa bizarra, a cabeça, ao contrário, não é tão aperfeiçoada quanto o resto! Assim a fisionomia reflete alguma coisa de humano, mas o crânio, o maxilar e, sobretudo, a orelha, nada têm que diferem sensivelmente do animal terrestre; fácil é, pois, distingui-los entre si; este é um cão, aquele um leão.
            Naquele planeta, a alimentação dos humanos é puramente vegetal, pois o “o homem é o protetor dos animais”, Os bichos possuem uma linguagem esse comunicam. As pessoas se unem em famílias ligadas por laços de afinidade. “a vontade de um Espírito de Júpiter pode chamar para si todo animal que, em uma das suas vidas anteriores, lhe haja dado provas de afeição. (...) agrupam também, ao redr das famílias, todo um cortejo de animais devotados. Por conseqüência, nosso apego neste mundo por um animal, o cuidado que tomamos para abrandá-lo e humanizá-lo, tudo isso tem a sua razão de ser”.

Fonte:Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” - No. 23. - São Paulo, SP.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.


CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.    
           
                    A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS.

                Os escravos eram comparados aos animais.

            Desde as primeiras civilizações, os escravos eram considerados inferiores ao homem. Muitos asseguravam que eles não tinham alma.
            E não só. Em 585 a Igreja discutiu no Concilio de Mâcon, se as mulheres tinham ou não alma!
            Aristóteles, filósofo grego que foi discípulo de Platão, era menos radical, e explicou como imaginava as diferenças entre os animais e os escravos: “Aqueles que diferem entre si o homem e do animal são escravos por natureza. Ele pode perceber, mas não possuir a razão. Os outros animais não são sujeitos à razão. Contudo, quanto à utilidade, a diferença é mínima: escravos e animais domésticos prestam ajuda com o seu corpo para as necessidades da vida”,  afirmou no livro Política. Ainda havia escravidão, em muitos países, no tempo de Kardec. O presidente dos Estados Unidos, Lincoln, emancipou os escravos somente em 1863.
Naquele contexto, quem se importaria com os animais?
A preocupação ética com eles é, então, algo de nosso tempo.

            Fonte: Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” – Nº. 23 – Editora Universo Espírita. – São Paulo. SP.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 24 de abril de 2015

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.

 CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.    
           
                   A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS.

                  Os escravos eram comparados aos animais.

            Desde as primeiras civilizações, os escravos eram considerados inferiores ao homem. Muitos asseguravam que eles não tinham alma.
            E não só. Em 585 a Igreja discutiu no Concilio de Mâcon, se as mulheres tinham ou não alma!
            Aristóteles, filósofo grego que foi discípulo de Platão, era menos radical, e explicou como imaginava as diferenças entre os animais e os escravos: “Aqueles que diferem entre si o homem e do animal são escravos por natureza. Ele pode perceber, mas não possuir a razão. Os outros animais não são sujeitos à razão. Contudo, quanto à utilidade, a diferença é mínima: escravos e animais domésticos prestam ajuda com o seu corpo para as necessidades da vida”,  afirmou no livro Política. Ainda havia escravidão, em muitos países, no tempo de Kardec. O presidente dos Estados Unidos, Lincoln, emancipou os escravos somente em 1863.
Naquele contexto, quem se importaria com os animais?
A preocupação ética com eles é, então, algo de nosso tempo.

            Fonte: Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” – Nº. 23 – Editora Universo Espírita. – São Paulo. SP.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS. - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.

         A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS.

            O último elo do princípio inteligente antes que possa encarnar como homem não está na Terra, mas em planetas superiores. Os Espíritos falaram dos animais de Júpiter para Kardec, na Revista Espírita de 1858. Lá os animais fazem todo o trabalho manual: “São os servidores e os operários; as ocupações dos homens são puramente intelectuais. O homem é, para eles, uma divindade, mas uma divindade tutelar que jamais abusa do seu poder para oprimi-los”.
            Os animais foram assim descritos: “As patas desapareceram em  alguns para darem lugar a certas pernas, que lembram ainda a forma primitiva, a dois braços robustos, singularmente ligados e terminados por verdadeiras mãos, se nelas considero a posição dos dedos. Coisa bizarra, a cabeça, ao contrário, não é tão aperfeiçoada quanto o resto! Assim a fisionomia reflete alguma coisa de humano, mas o crânio, o maxilar e, sobretudo, a orelha, nada têm que diferem sensivelmente do animal terrestre; fácil é, pois, distingui-los entre si; este é um cão, aquele um leão.
            Naquele planeta, a alimentação dos humanos é puramente vegetal, pois o “o homem é o protetor dos animais”, Os bichos possuem uma linguagem esse comunicam. As pessoas se unem em famílias ligadas por laços de afinidade. “a vontade de um Espírito de Júpiter pode chamar para si todo animal que, em uma das suas vidas anteriores, lhe haja dado provas de afeição. (...) agrupam também, ao redr das famílias, todo um cortejo de animais devotados. Por conseqüência, nosso apego neste mundo por um animal, o cuidado que tomamos para abrandá-lo e humanizá-lo, tudo isso tem a sua razão de ser”.

Fonte:Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” - No. 23. - São Paulo, SP.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)