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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 218. - PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH



PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.

            Somente o espiritismo, mostrando a realidade do nosso mundo íntimo, descortina o roteiro seguro de entendimento acerca de nossos dramas morais.
            Devemos preparar os nossos filhos para enfrentar a própria sexualidade. Enquanto o mundo prega libertinagem do prazer, o Espiritismo nos ensinaa liberdade de disciplina; enquanto os homens buscam as paixões devastadoras, o Espiritismo descerra-nos a afetividade equilibrada; enquanto a Terra ilude os homens, O espiritismo os chama à realidade evolutiva.
            A grande arma de que os pais dispõem para o trabalho junto aos filhos nesta experiência chama-se EDUCAÇÃO.
            Não devemos ter a ilusão de que no esforço educativo estaremos santificando nossos rebentos de um momento para outro. Nossos filhos homossexuais continuarão tendo seu mundo íntimo particular. Eles terão suas preferências sexuais e cada um reagirá de uma maneira às orientações recebidas – uns mais equilibrados, outros mais rebeldes. Mesmo para aqueles que se mostrarem mais endurecidos e rebeldes, as sementes plantadas pelos pais em seus corações terão maravilhosa serventia. Eles errarão, só que mais conscientes. O despertar será mais cedo. E, acima de tudo, o amor e a compreensão dos pais lhes será luz bendita a mostrar o caminho do bem, antecipando-lhes a decisão de abraçarem a verdade e vencerem a si mesmos.
            Emmanuel, no livro “Vida e Sexo na lição nº. 21” reforça importância da educação: “Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual”.
            E Walter Barcelos complementa: “A educação sexual da criança, em primeiro lugar, deverá construir uma tarefa a ser cumprida amorosamente pelos pais”.
            Educá-los não será mudar-lhes as tendências no campo sexual-afetivo; será ensiná-los a se comportarem dignamente na posição em que a reencarnação os situou, usando o enorme manancial de energia e conhecimentos que trazem, rumo às construções elevadas do espírito, renunciando à transitoriedade do mundo para a conquista de valores imperecíveis do espírito.
            Devemos esclarecê-los em clima constante de amor, carinho e diálogo sincero, confiança recíproca em vibrações de compreensão, para que não percamos a oportunidade de melhor assisti-los nesta passagem de aprendizado espiritual.
            Faz-se mister nosso devotamento como pais, incentivando-os a conhecerem a si mesmos; mostrando-lhes noções de religiosidade; estimulando-os no respeito aos sentimentos do próximo; construindo-se-lhes o EQUILÍBRIO e fazendo-os entender que o espírito prossegue, e, quando conseguirem obter a vitória espiritual em suas lutas, estarão conquistando maior resistência e sublimando os sentimentos rumo à verdadeira afetividade, pura e cristalina no manancial do amor.
            Somente com este maravilhoso código da leis morais, que é o Evangelho, conseguiremos iluminar, disciplinar e retificar nossos hábitos na esfera da ação.
            Encerramos com a bela asserção de Santo Agostinho aos pais:”Os vossos cuidados e a educação que lhes dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

-MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 199. - PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.- JOAMAR ZANELINI NAZARETH

            PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.

            Somente o espiritismo, mostrando a realidade do nosso mundo íntimo, descortina o roteiro seguro de entendimento acerca de nossos dramas morais.
            Devemos preparar os nossos filhos para enfrentar a própria sexualidade. Enquanto o mundo prega libertinagem do prazer, o Espiritismo nos ensinaa liberdade de disciplina; enquanto os homens buscam as paixões devastadoras, o Espiritismo descerra-nos a afetividade equilibrada; enquanto a Terra ilude os homens, O espiritismo os chama à realidade evolutiva.
            A grande arma de que os pais dispõem para o trabalho junto aos filhos nesta experiência chama-se EDUCAÇÃO.
            Não devemos ter a ilusão de que no esforço educativo estaremos santificando nossos rebentos de um momento para outro. Nossos filhos homossexuais continuarão tendo seu mundo íntimo particular. Eles terão suas preferências sexuais e cada um reagirá de uma maneira às orientações recebidas – uns mais equilibrados, outros mais rebeldes. Mesmo para aqueles que se mostrarem mais endurecidos e rebeldes, as sementes plantadas pelos pais em seus corações terão maravilhosa serventia. Eles errarão, só que mais conscientes. O despertar será mais cedo. E, acima de tudo, o amor e a compreensão dos pais lhes será luz bendita a mostrar o caminho do bem, antecipando-lhes a decisão de abraçarem a verdade e vencerem a si mesmos.
            Emmanuel, no livro “Vida e Sexo na lição nº. 21” reforça importância da educação: “Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual”.
            E Walter Barcelos complementa: “A educação sexual da criança, em primeiro lugar, deverá construir uma tarefa a ser cumprida amorosamente pelos pais”.
            Educá-los não será mudar-lhes as tendências no campo sexual-afetivo; será ensiná-los a se comportarem dignamente na posição em que a reencarnação os situou, usando o enorme manancial de energia e conhecimentos que trazem, rumo às construções elevadas do espírito, renunciando à transitoriedade do mundo para a conquista de valores imperecíveis do espírito.
            Devemos esclarecê-los em clima constante de amor, carinho e diálogo sincero, confiança recíproca em vibrações de compreensão, para que não percamos a oportunidade de melhor assisti-los nesta passagem de aprendizado espiritual.
            Faz-se mister nosso devotamento como pais, incentivando-os a conhecerem a si mesmos; mostrando-lhes noções de religiosidade; estimulando-os no respeito aos sentimentos do próximo; construindo-se-lhes o EQUILÍBRIO e fazendo-os entender que o espírito prossegue, e, quando conseguirem obter a vitória espiritual em suas lutas, estarão conquistando maior resistência e sublimando os sentimentos rumo à verdadeira afetividade, pura e cristalina no manancial do amor.
            Somente com este maravilhoso código da leis morais, que é o Evangelho, conseguiremos iluminar, disciplinar e retificar nossos hábitos na esfera da ação.
            Encerramos com a bela asserção de Santo Agostinho aos pais:”Os vossos cuidados e a educação que lhes dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM PARA A CRIANÇA. - N º. 199. - PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.- JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.

            Somente o espiritismo, mostrando a realidade do nosso mundo íntimo, descortina o roteiro seguro de entendimento acerca de nossos dramas morais.
            Devemos preparar os nossos filhos para enfrentar a própria sexualidade. Enquanto o mundo prega libertinagem do prazer, o Espiritismo nos ensinaa liberdade de disciplina; enquanto os homens buscam as paixões devastadoras, o Espiritismo descerra-nos a afetividade equilibrada; enquanto a Terra ilude os homens, O espiritismo os chama à realidade evolutiva.
            A grande arma de que os pais dispõem para o trabalho junto aos filhos nesta experiência chama-se EDUCAÇÃO.
            Não devemos ter a ilusão de que no esforço educativo estaremos santificando nossos rebentos de um momento para outro. Nossos filhos homossexuais continuarão tendo seu mundo íntimo particular. Eles terão suas preferências sexuais e cada um reagirá de uma maneira às orientações recebidas – uns mais equilibrados, outros mais rebeldes. Mesmo para aqueles que se mostrarem mais endurecidos e rebeldes, as sementes plantadas pelos pais em seus corações terão maravilhosa serventia. Eles errarão, só que mais conscientes. O despertar será mais cedo. E, acima de tudo, o amor e a compreensão dos pais lhes será luz bendita a mostrar o caminho do bem, antecipando-lhes a decisão de abraçarem a verdade e vencerem a si mesmos.
            Emmanuel, no livro “Vida e Sexo na lição nº. 21” reforça importância da educação: “Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual”.
            E Walter Barcelos complementa: “A educação sexual da criança, em primeiro lugar, deverá construir uma tarefa a ser cumprida amorosamente pelos pais”.
            Educá-los não será mudar-lhes as tendências no campo sexual-afetivo; será ensiná-los a se comportarem dignamente na posição em que a reencarnação os situou, usando o enorme manancial de energia e conhecimentos que trazem, rumo às construções elevadas do espírito, renunciando à transitoriedade do mundo para a conquista de valores imperecíveis do espírito.
            Devemos esclarecê-los em clima constante de amor, carinho e diálogo sincero, confiança recíproca em vibrações de compreensão, para que não percamos a oportunidade de melhor assisti-los nesta passagem de aprendizado espiritual.
            Faz-se mister nosso devotamento como pais, incentivando-os a conhecerem a si mesmos; mostrando-lhes noções de religiosidade; estimulando-os no respeito aos sentimentos do próximo; construindo-se-lhes o EQUILÍBRIO e fazendo-os entender que o espírito prossegue, e, quando conseguirem obter a vitória espiritual em suas lutas, estarão conquistando maior resistência e sublimando os sentimentos rumo à verdadeira afetividade, pura e cristalina no manancial do amor.
            Somente com este maravilhoso código da leis morais, que é o Evangelho, conseguiremos iluminar, disciplinar e retificar nossos hábitos na esfera da ação.
            Encerramos com a bela asserção de Santo Agostinho aos pais:”Os vossos cuidados e a educação que lhes dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

-MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. - N º. 031. - VIBRAÇÕES. - ALIANÇA EVANGÉLICA.

MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)

                                               VIBRAÇÕES

            Encontramos na Apostila do Curso de Iniciação Espírita, da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, da Aliança Espírita Evangélica, da Editora Aliança, na página 80, uma mensagem sobre Vibrações.
            Transcrevemos alguns trechos de uma mensagem do Dr. Bezerra de Menezes, recebida no princípio da década de 60, versando sobre as sessões de Vibrações.
            ... A transcendência do trabalho foge ao nosso alcance, pois, às vezes, não desejais vislumbrar mais longe, ou vos acomodais na condição de simples espectadores dos fatos.
            Atraidos para tal realização da seara espiritualista, estão ao vosso lado centenas de núcleos espirituais, orientados diretamente por Ismael, preposto de Jesus no Brasil.
            ... É imprescindível, pois, que em cada um de vós haja a dedicação devida, para que possamos desenvolver paulatinamente este serviço, dando-lhe uma maior amplitude, que trará, por certo, consequências benéficas par vós e principalmente para o campo espiritual, onde as vibrações serão aproveitadas ao máximo.
            Este trabalho de vibração realiza-se no espaço da seguinte forma:
            1º. grupo. - doentes que sofrem de enfermidades graves;
            2º. grupo. - doentes, cujo estado não apresenta gravidade, mas requer alivio imediato;
            3º. grupo - doentes afligidos por males psíquicos;
            4º. grupo - lares que demandam pacificação e ajustamentos.
            Para esses grupos são destacados companheiros que exercem função de orientadores e que têm a seu cargo, conforme as exigências do momento, dois , três ou quatro mil colaboradores.
            Cada um desses orientadores recebe a lista dos irmãos a serem beneficiados e respectivos endereços, os quais são atendidos individualmente. Temos, então como vemos, um amigo espiritual para cada necessitado.
            Ás dezoito horas, esses milhares de servidores espirituais já estão a postos neste recinto, impregnando a própria atmosfera de elementos sutis e bênçãos curadoras.
            Após as dezenove horas, inicia-se o ingresso dos irmãos encarnados e à porta d entrada é destacada para cada um deles, uma entidade espiritual que o acompanha até o seu lugar.
            Ao se ouvir a prece cantada é considerarmos o trabalho iniciado, e no momento em que vossas almas se elevam junto a melodia, caem sobre vós, em abundância, elementos curadores e confortadores que o irmão encarnado retém em maior ou menor quantidade, conforme a sua receptividade.
            Iniciam-se então as vibrações que podem, como já sabeis, cor, perfume e densidade e que são recolhidas em receptáculos e distribuídas pelo salão.
            O amigo espiritual que vos acompanha, estabelece convosco uma corrente, mantendo-a em contato mútuo e constante até os receptáculos, que vão se enchendo e se iluminando rapidamente, ou não, consoante a capacidade vibratória de cada um.
            Em seguida entram em ação os trabalhadores dos quatro grupos já citados; exercendo o seu mister de conformidade com a necessidade, retiram do receptáculo a quantidade de elementos que precisam para suas tarefas, segundo o grupo a que pertencem.
            A seguir afastam-se para o cumprimento de suas obrigações.
            Entram, após, grandes grupos, formados por 600 a 800 amigos espirituais, para as vibrações coletivas, durante as quais vibram também convosco os irmãos desencarnados que vos acompanham desde o início.
            O que vemos então é um espetáculo grandioso todo o ambiente se reveste de intensa luz e, ao vibrarem, os vossos pequeninos corações fazem o papel de um refletor e então, iluminando e riscando o espaço vemos luzes das mais variadas tonalidades e intensidades e esses grupos de irmãos, com os braços estendidos para vós, recebem o presente carinhoso do vosso coração para ser levado aos mais distantes setores da Terra, enquanto que ao serem enumeradas as fraternidades, já então de regresso de suas tarefas, perfilam-se os espíritos à vossa frente, envolvendo-vos na carícia do Amor Fraternal.
            Por fim, quando o espírito destacado para a exortação evangélica encerra o trabalho, de esferas mais altas jorram sobre vós as bênçãos do Amor do Pai e ao vos retirardes, apesar de muito terem dado os vossos organismos físicos, retornais ao lar saturados de elementos revitalizadores em muito maior quantidade do que aquela despendida por vós.
            Tudo isto, queridos irmãos, no pequeno espaço de tempo em que privais conosco nesse trabalho dignificante que são as radiações. 

                                                                                              Bezerra de Menezes.

            Fonte: Apostila do Curso de Iniciação Espírita, da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, da Aliança Espírita Evangélica, da Editora Aliança, pág. 80, São Paulo, SP.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 131. -PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA. -JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.

            Somente o espiritismo, mostrando a realidade do nosso mundo íntimo, descortina o roteiro seguro de entendimento acerca de nossos dramas morais.
            Devemos preparar os nossos filhos para enfrentar a própria sexualidade. Enquanto o mundo prega libertinagem do prazer, o Espiritismo nos ensina  a liberdade de disciplina; enquanto os homens buscam as paixões devastadoras, o Espiritismo descerra-nos a afetividade equilibrada; enquanto a Terra ilude os homens, O espiritismo os chama à realidade evolutiva.
            A grande arma de que os pais dispõem para o trabalho junto aos filhos nesta experiência chama-se EDUCAÇÃO.
            Não devemos ter a ilusão de que no esforço educativo estaremos santificando nossos rebentos de um momento para outro. Nossos filhos homossexuais continuarão tendo seu mundo íntimo particular. Eles terão suas preferências sexuais e cada um reagirá de uma maneira às orientações recebidas – uns mais equilibrados, outros mais rebeldes. Mesmo para aqueles que se mostrarem mais endurecidos e rebeldes, as sementes plantadas pelos pais em seus corações terão maravilhosa serventia. Eles errarão, só que mais conscientes. O despertar será mais cedo. E, acima de tudo, o amor e a compreensão dos pais lhes será luz bendita a mostrar o caminho do bem, antecipando-lhes a decisão de abraçarem a verdade e vencerem a si mesmos.
            Emmanuel, no livro “Vida e Sexo na lição nº. 21” reforça importância da educação: “Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual”.
            E Walter Barcelos complementa: “A educação sexual da criança, em primeiro lugar, deverá construir uma tarefa a ser cumprida amorosamente pelos pais”.
            Educá-los não será mudar-lhes as tendências no campo sexual-afetivo; será ensiná-los a se comportarem dignamente na posição em que a reencarnação os situou, usando o enorme manancial de energia e conhecimentos que trazem, rumo às construções elevadas do espírito, renunciando à transitoriedade do mundo para a conquista de valores imperecíveis do espírito.
            Devemos esclarecê-los em clima constante de amor, carinho e diálogo sincero, confiança recíproca em vibrações de compreensão, para que não percamos a oportunidade de melhor assisti-los nesta passagem de aprendizado espiritual.
            Faz-se mister nosso devotamento como pais, incentivando-os a conhecerem a si mesmos; mostrando-lhes noções de religiosidade; estimulando-os no respeito aos sentimentos do próximo; construindo-se-lhes o EQUILÍBRIO e fazendo-os entender que o espírito prossegue, e, quando conseguirem obter a vitória espiritual em suas lutas, estarão conquistando maior resistência e sublimando os sentimentos rumo à verdadeira afetividade, pura e cristalina no manancial do amor.
            Somente com este maravilhoso código da leis morais, que é o Evangelho, conseguiremos iluminar, disciplinar e retificar nossos hábitos na esfera da ação.
            Encerramos com a bela asserção de Santo Agostinho aos pais:”Os vossos cuidados e a educação que lhes dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - Nº. 73. - PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


PAIS ESPÍRITAS E A ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA.

            Somente o espiritismo, mostrando a realidade do nosso mundo íntimo, descortina o roteiro seguro de entendimento acerca de nossos dramas morais.
            Devemos preparar os nossos filhos para enfrentar a própria sexualidade. Enquanto o mundo prega libertinagem do prazer, o Espiritismo nos ensina  a liberdade de disciplina; enquanto os homens buscam as paixões devastadoras, o Espiritismo descerra-nos a afetividade equilibrada; enquanto a Terra ilude os homens, O espiritismo os chama à realidade evolutiva.
            A grande arma de que os pais dispõem para o trabalho junto aos filhos nesta experiência chama-se EDUCAÇÃO.
            Não devemos ter a ilusão de que no esforço educativo estaremos santificando nossos rebentos de um momento para outro. Nossos filhos homossexuais continuarão tendo seu mundo íntimo particular. Eles terão suas preferências sexuais e cada um reagirá de uma maneira às orientações recebidas – uns mais equilibrados, outros mais rebeldes. Mesmo para aqueles que se mostrarem mais endurecidos e rebeldes, as sementes plantadas pelos pais em seus corações terão maravilhosa serventia. Eles errarão, só que mais conscientes. O despertar será mais cedo. E, acima de tudo, o amor e a compreensão dos pais lhes será luz bendita a mostrar o caminho do bem, antecipando-lhes a decisão de abraçarem a verdade e vencerem a si mesmos.
            Emmanuel, no livro “Vida e Sexo na lição nº. 21” reforça importância da educação: “Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual”.
            E Walter Barcelos complementa: “A educação sexual da criança, em primeiro lugar, deverá construir uma tarefa a ser cumprida amorosamente pelos pais”.
            Educá-los não será mudar-lhes as tendências no campo sexual-afetivo; será ensiná-los a se comportarem dignamente na posição em que a reencarnação os situou, usando o enorme manancial de energia e conhecimentos que trazem, rumo às construções elevadas do espírito, renunciando à transitoriedade do mundo para a conquista de valores imperecíveis do espírito.
            Devemos esclarecê-los em clima constante de amor, carinho e diálogo sincero, confiança recíproca em vibrações de compreensão, para que não percamos a oportunidade de melhor assisti-los nesta passagem de aprendizado espiritual.
            Faz-se mister nosso devotamento como pais, incentivando-os a conhecerem a si mesmos; mostrando-lhes noções de religiosidade; estimulando-os no respeito aos sentimentos do próximo; construindo-se-lhes o EQUILÍBRIO e fazendo-os entender que o espírito prossegue, e, quando conseguirem obter a vitória espiritual em suas lutas, estarão conquistando maior resistência e sublimando os sentimentos rumo à verdadeira afetividade, pura e cristalina no manancial do amor.
            Somente com este maravilhoso código da leis morais, que é o Evangelho, conseguiremos iluminar, disciplinar e retificar nossos hábitos na esfera da ação.
            Encerramos com a bela asserção de Santo Agostinho aos pais:”Os vossos cuidados e a educação que lhes dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 8 de julho de 2012

- EVANGELHO NO LAR. - EM AÇÃO EVANGÉLICA. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)


                                              EM AÇÃO EVANGÉLICA.

            Caso livro repouse indefinidamente na prateleira, o esforço do escritor teria sido inútil.

            Se todo carro estivesse tão-somente destinado a enfeitar residências, a indústria automobilística deceria à estaca zero.

            Quando o título acadêmico estiver arquivado, sem atividade que corresponda às habilitações que ele oferta, o educandário terá fornecido em vão para o detentor.

            Se a terra deve ser livre para criar toda espécie de erva daninha que lhe reponte do seio, todas as técnicas da agricultura se ergueriam em vão.

            Nenhuma comunidade levanta navios unicamente para dar espetáculos de grandeza, e sim para valorizar a navegação e engrandecê-la nos perigos do mar; outrossim, não assalaria bombeiros e nem lhes administra instrução para que eles apenas anotem a presença ou os estragos do fogo, mas sim para que extingam as forças desencadeadas do incêndio, às vezes, com risco das próprias vidas.

            Assim também, nós, em ação evangélica.
            O Senhor nos chamou para exercer o papel de censores de Sua Obra. Se lhe aceitasse o convite para colaborar na seara do amor e de luz do Reino de Deus, recorda que fomos engajados, com a permissão dele,nas fileiras do bem, para compreender e abençoar, trabalhar e servir.

                                                           EMMANUEL (CHICO XAVIER.

Fonte: Livro “Passos da Vida” - Espíritos Diversos- F. C. X. - Pág.37 a 39 - 1º Edição - Editora IDE - Araras SP - 1984.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)