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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

-CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. k) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Para me resumir: os fatos medianímicos não podem se manifestar sem o concurso consciente ou inconsciente de médiuns; e isso apenas entre os encarnados. Espíritos como nós, que podemos encontrar aqueles que nos sirvam de médiuns. Quanto ao adestramento dos cães, dos pássaros, ou outros animais, para fazer tais ou tais exercícios, é assunto vosso e não nosso”.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - ITEN N º. 236.j - ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236.j)   A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Sabeis que tomamos ao cérebro do médium os elementos necessários para dar ao nosso pensamento uma forma sensível e compreensível para vós; é com a ajuda dos materiais que possui que o médium traduz nosso pensamento na linguagem vulgar; pois bem: que elementos encontraríamos no cérebro de u animal? Há palavras, nomes, letras, sinais quaisquer similares àqueles que existem entre os homens, mesmo os menos inteligentes? Entretanto, direis, os animais compreendem o pensamento do homem; adivinham-no mesmo; sim, animais adestrados compreendem certos pensamentos, mas já os vistes reproduzi-los? Não; concluí, pois, que os animais não podem nos servir de intérpretes. 

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - ITEM N º. 236. i - ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC..

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. i)  A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Isto estabelecido, reconheço perfeitamente que entre os animais existem aptidões diversas; que certos sentimentos, certas paixões, idênticas as paixões e aos sentimentos humanos se desenvolvem nele; que são sensíveis e reconhecidos, vingativos e odientos, conforme se aja bem ou mal para com eles. É que Deus, que não faz nada incompleto, deu aos animais, companheiros ou servidores do homem, qualidades de sociabilidade que faltam inteiramente aos animais selvagens que habitam as solidões. Mas daí a poder servir de intermediário para a transmissão do pensamento dos Espíritos, há um abismo: a diferença das naturezas.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - 236. h - ERASTO. (DISCÍULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.


  DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. h) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“O Se. T. . . , disse ele, magnetizou seu cão; a que chegou? Ele o matou; porque esse infeliz animal morreu depois de cair numa espécie de atonia, de languidez, conseqüente de sua magnetização, com efeito inundando-o de um fluído haurido em uma essência superior a essência especial àsua natureza, a esmagou e agiu sobre ele, embora mais lentamente, à maneira do raio. Portanto, como não há nenhuma assimilação possível entre o nosso perispírito e o envoltório fluídico dos animais propriamente ditos, nós os esmagaríamos instantaneamente se os medianimizássemos.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. 236.g - ERASTO (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236.g)  A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Certamente, os Espíritos podem se tornar visíveis e tangíveis para os animais, e, frequentemente, tal medo súbito que os toma, e que não vão parecer motivado, é causado pela visão de um ou de vários desses Espíritos mal intencionados para com os indivíduos presentes ou para com aqueles a quem pertencem esses animais. Muito frequentemente, observais cavalos que não querem nem avançar, nem retroceder, ou que empinam diante de um obstáculo imaginário; pois bem! Tende por certo que o obstáculo imaginário, frequentemente, é um Espírito ou grupo de Espíritos que se comprazem em lhes impedir de avançar. Lembrai-vos da mula de Balaão que, vendo um anjo diante de si e temendo sua espada flamejante, se obstinava em não se mover; é que, antes de se manifestar visivelmente a Balaão, o anjo quis se tornar visível só para o animal; mas, repito-o, não medianimizamos diretamente nem os animais nem a matéria inerte; precisamos sempre do concurso consciente ou inconsciente de um médium humano, porque precisamos da união de fluidos similares, o que não encontramos nem os animais, nem na matéria bruta.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - 236. f.- ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. f) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Costuma-se dizer: os Espíritos medianimizam e fazem mover a matéria inerte, as cadeiras, as cadeiras, as mesas, os pianos; fazem mover, sim, mas medinimizam, não! Porque, ainda uma vez, sem médium, nenhum desses fenômenos produzir-se. O que há de extraordinário em que, com a Judá de um ou vários médiuns façamos mover a matéria inerte, passiva, que justamente em razão de sua passividade, da sua inércia, é apropriada para sofrer os movimentos e os impulsos que desejamos lhe imprimir? Para isso, temos necessidade de médiuns, é positivo; mas não é necessário que o médium esteja presente ou consciente, porque podemos agir com elementos que nos fornece, de tangibilidade e de transportes. Nosso envoltório fluídico, mais imponderável e mais sutil do que mais sutis e os mais imponderáveis dos vossos gases, se unem, se casam, se combinam com o envoltório fluídico mais animalizado do médium, e do qual a propriedade de expansão de penetrabilidade é inacessível para os vossos sentidos grosseiros, e quase inexplicável para vós, nos permite mover os móveis e mesmo quebrá-los em quartos desabitados.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.- ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. e) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Desse progresso constante, invencível, irrecusável da espécie humana, e desse estacionamento indefinido das outras espécies arruinadas, concluí comigo que existem princípios comuns ao que vive e ao que se move sobre a Terra: o sopro e a matéria, não é menos verdade que só vós, Espíritos encarnados, estais  submetidos a essa inevitável lei do progresso que vos impele fatalmente para diante, e sempre para diante. Deus colocou os animais ao vosso lado como auxiliares para vos alimentar, vos vestir, vos secundar. Deu-lhes uma certa dose de inteligência porque, para vos ajudar, precisariam compreender, e proporcionou sua inteligência aos serviços que são chamados a fazer, mas, em sua sabedoria, não quis que estivessem submetidos à mesma lei do progresso; tais como foram criados, tais ficaram e ficarão até a extinção de suas raças.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - ERASTO (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. d)            A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
(...) “De outro lado, se procurais as cabanas de folhagem e as tendas das primeiras idades da Terra, encontrareis em seu lugar os palácios e os castelos da civilização moderna; às vestes de peles brutas se sucederam aos tecidos de ouro e de seda; enfim, a cada passo encontrareis a prova dessa marcha incessante da Humanidade em direção ao progresso.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. c) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“(...) O cão, que pela sua inteligência superior entre os animais, se tornou o amigo e o comensal do homem, é perfectível por si mesmo e por sua iniciativa pessoal? eles que é melhor adestrado, é sempre adestrado por seu mestre. Desde que o mundo é mundo , a lontra sempre constrói seu abrigo sobre as águas, segundo as mesmas proporções e seguindo uma regra invariável; os rouxinóis e as andorinhas não construíram jamais seus ninhos de modo diferentes que seus pais o fizeram. Um ninho de pardais antes do dilúvio, como um ninho de pardais da época moderna, é sempre u ninho de pardais, edificado nas mesmas condições e com o mesmo sistema de entrelaçamento de fibras de ervas e resíduos, recolhidos na primavera, na época dos amores. As abelhas e as formigas, essas pequenas repúblicas caseiras, jamais variaram seus hábitos de abastecimentos, seu comportamento, seus costumes, suas produções. Enfim, a aranha tece sempre a teia do mesmo modo.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)