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sexta-feira, 28 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM Nº. 236. K. - ALLAN KARDEC.

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. k) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Para me resumir: os fatos medianímicos não podem se manifestar sem o concurso consciente ou inconsciente de médiuns; e isso apenas entre os encarnados. Espíritos como nós, que podemos encontrar aqueles que nos sirvam de médiuns. Quanto ao adestramento dos cães, dos pássaros, ou outros animais, para fazer tais ou tais exercícios, é assunto vosso e não nosso”.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 25 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236.j - ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236.j)   A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Sabeis que tomamos ao cérebro do médium os elementos necessários para dar ao nosso pensamento uma forma sensível e compreensível para vós; é com a ajuda dos materiais que possui que o médium traduz nosso pensamento na linguagem vulgar; pois bem: que elementos encontraríamos no cérebro de um animal? Há palavras, nomes, letras, sinais quaisquer similares àqueles que existem entre os homens, mesmo os menos inteligentes? Entretanto, direis, os animais compreendem o pensamento do homem; adivinham-no mesmo; sim, animais adestrados compreendem certos pensamentos, mas já os vistes reproduzi-los? Não; concluí, pois, que os animais não podem nos servir de intérpretes. 

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 22 de junho de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 278. - CONVERSA ENTRE PAIS E FILHOS - CEZAR CARNEIRO DE SOUZA.


CONVERSA ENTRE PAIS E FILHOS

            “Necessário que os pais conversem mais cordialmente com seus filhos, no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar essas conversações para tempo de desastre sentimental”. 

Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CEZAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - N º. 237. DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM Nº. 236. i - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. i)  A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Isto estabelecido, reconheço perfeitamente que entre os animais existem aptidões diversas; que certos sentimentos, certas paixões, idênticas as paixões e aos sentimentos humanos se desenvolvem nele; que são sensíveis e reconhecidos, vingativos e odientos, conforme se aja bem ou mal para com eles. É que Deus, que não faz nada incompleto, deu aos animais, companheiros ou servidores do homem, qualidades de sociabilidade que faltam inteiramente aos animais selvagens que habitam as solidões. Mas daí a poder servir de intermediário para a transmissão do pensamento dos Espíritos, há um abismo: a diferença das naturezas.

                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º.236. h - ALLAN KARDEC.

  DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. h) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“O Se. T. . . , disse ele, magnetizou seu cão; a que chegou? Ele o matou; porque esse infeliz animal morreu depois de cair numa espécie de atonia, de languidez, conseqüente de sua magnetização, com efeito inundando-o de um fluído haurido em uma essência superior a essência especial à sua natureza, a esmagou e agiu sobre ele, embora mais lentamente, à maneira do raio. Portanto, como não há nenhuma assimilação possível entre o nosso perispírito e o envoltório fluídico dos animais propriamente ditos, nós os esmagaríamos instantaneamente se os medianimizássemos.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. g - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. g) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Certamente, os Espíritos podem se tornar visíveis e tangíveis para os animais, e, freqüentemente, tal medo súbito que os toma, e que não vão parecer motivado, é causado pela visão de um ou de vários desses Espíritos mal intencionados para com os indivíduos presentes ou para com aqueles a quem pertencem esses animais. Muito freqüentemente, observais cavalos que não querem nem avançar, nem retroceder, ou que empinam diante de um obstáculo imaginário; pois bem! Tende por certo que o obstáculo imaginário, freqüentemente, é um Espírito ou grupo de Espíritos que se comprazem em lhes impedir de avançar. Lembrai-vos da mula de Balaão que, vendo um anjo diante de si e temendo sua espada flamejante, se obstinava em não se mover; é que, antes de se manifestar visivelmente a Balaão, o anjo quis se tornar visível só para o animal; mas, repito-o, não medianimizamos diretamente nem os animais nem a matéria inerte; precisamos sempre do concurso consciente ou inconsciente de um médium humano, porque precisamos da união de fluidos similares, o que não encontramos nem os animais, nem na matéria bruta.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 8 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. f - ALLAN KARDEC.

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. f) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Costuma-se dizer: os Espíritos medianimizam e fazem mover a matéria inerte, as cadeiras, as cadeiras, as mesas, os pianos; fazem mover, sim, mas medinimizam, não! Porque, ainda uma vez, sem médium, nenhum desses fenômenos produzir-se. O que há de extraordinário em que, com a Judá de um ou vários médiuns façamos mover a matéria inerte, passiva, que justamente em razão de sua passividade, da sua inércia, é apropriada para sofrer os movimentos e os impulsos que desejamos lhe imprimir? Para isso, temos necessidade de médiuns, é positivo; mas não é necessário que o médium esteja presente ou consciente, porque podemos agir com elementos que nos fornece, de tangibilidade e de transportes. Nosso envoltório fluídico, mais imponderável e mais sutil do que mais sutis e os mais imponderáveis dos vossos gases, se unem, se casam, se combinam com o envoltório fluídico mais animalizado do médium, e do qual a propriedade de expansão de penetrabilidade é inacessível para os vossos sentidos grosseiros, e quase inexplicável para vós, nos permite mover os móveis e mesmo quebrá-los em quartos desabitados.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM Nº. 236 e. - ALLAN KARDEC.

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. e) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Desse progresso constante, invencível, irrecusável da espécie humana, e desse estacionamento indefinido das outras espécies arruinadas, concluí comigo que existem princípios comuns ao que vive e ao que se move sobre a Terra: o sopro e a matéria, não é menos verdade que só vós, Espíritos encarnados, estais  submetidos a essa inevitável lei do progresso que vos impele fatalmente para diante, e sempre para diante. Deus colocou os animais ao vosso lado como auxiliares para vos alimentar, vos vestir, vos secundar. Deu-lhes uma certa dose de inteligência porque, para vos ajudar, precisariam compreender, e proporcionou sua inteligência aos serviços que são chamados a fazer, mas, em sua sabedoria, não quis que estivessem submetidos à mesma lei do progresso; tais como foram criados, tais ficaram e ficarão até a extinção de suas raças.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 30 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. c.- ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. c) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“(...) O cão, que pela sua inteligência superior entre os animais, se tornou o amigo e o comensal do homem, é perfectível por si mesmo e por sua iniciativa pessoal? eles que é melhor adestrado, é sempre adestrado por seu mestre. Desde que o mundo é mundo , a lontra sempre constrói seu abrigo sobre as águas, segundo as mesmas proporções e seguindo uma regra invariável; os rouxinóis e as andorinhas não construíram jamais seus ninhos de modo diferentes que seus pais o fizeram. Um ninho de pardais antes do dilúvio, como um ninho de pardais da época moderna, é sempre u ninho de pardais, edificado nas mesmas condições e com o mesmo sistema de entrelaçamento de fibras de ervas e resíduos, recolhidos na primavera, na época dos amores. As abelhas e as formigas, essas pequenas repúblicas caseiras, jamais variaram seus hábitos de abastecimentos, seu comportamento, seus costumes, suas produções. Enfim, a aranha tece sempre a teia do mesmo modo.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º.236 b - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236 b). A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“(...) Os homens são sempre levados a tudo exagerar; uns, e não falo aqui dos materialistas, recusam uma alma aos animais, e outros lhes querem dar, por assim dizer, semelhante à nossa. Por que querer, assim confundir o perfectível com o imperfectível? Não, não, estejais convencidos, o fogo que anima as bestas, o sopro que as faz agir, mover e falar em sua linguagem, não tem, quanto ao presente, nenhuma aptidão para se misturar, se unir, fundir com o sopro divino, a alma etérea, o Espírito,em uma palavra, que anima o ser essencialmente perfectível: o homem, esse rei da criação. Ora, o que faz a superioridade da espécie humana sobre as outras espécies terrestres não é essa condição essencial de perfectibilidade? Pois bem! Reconhecei, pois, que não se pode assimilar ao homem, único perfectível em si mesmo e em suas obras, nenhum indivíduo de outras raças vivas sobre a Terra. (...)”

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 22 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS . - ITEM N º.236. a. - ALLAN KARDEC.


  DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. a) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Primeiro, convenhamos bem acerca de nossos fatos. O que é um médium? É o ser, é o indivíduo que serve de traço de união aos Espíritos, para que estes possam se comunicar com facilidade com os homens: Espíritos encarnados. Por conseguinte, sem médium, nada de comunicações tangíveis, mentais, escritas, físicas, nem de qualquer espécie que seja.”(...)

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 16 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. - ALLAN KARDEC

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236.     A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Abordo hoje a questão da mediunidade dos animais, levantada e sustentada por um dos vossos mais fervorosos adeptos. Pretende ele, em virtude deste axioma: quem pode o mais pode o menos, que nós podemos medianimizar os pássaros e outros animais., e deles nos servimos em nossas comunicações com a espécie humana. É o que chamais em filosofia, ou antes em lógica, pura e simplesmente um sofisma. “Vós animais, disse ele, a matéria inerte, quer dizer, uma mesa, uma cadeira, um plano, a fortiori, deveis animar a matéria já animada e, normalmente, os pássaros. Pois bem, no estado normal do Espiritismo, isso não se passa, isso não pode ser.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 13 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - QUESTÃO N º.235. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

235.     Seja como for em relação as experiências descritas na questão 234, a questão principal não ficou menos intacta em relação a um outro ponto de vista; porque do mesmo modo que a imitação do sonambulismo não impede a faculdade de existir, a imitação da mediunidade por meio dos pássaros não provou nada contra a possibilidade de uma faculdade análoga entre eles ou entre outros animais. Trata-se de saber, pois, se os animais são aptos, como os homens, para servirem de intermediários aos Espíritos para suas comunicações inteligentes. Parece mesmo bastante lógico supor um ser vivo, dotado de uma certa dose de inteligência, seja mais apropriado para esse efeito do que um corpo inerte, sem vitalidade, como uma mesa, por exemplo, não obstante, é o que não ocorre.

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 8 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - QUESTÃO N º. 234. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC.

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

                   Os animais podem ser médiuns?
           
234.     Muitas vezes se colocou esta pergunta e certos fatos pareciam respondê-la afirmativamente. O que pôde, sobretudo, abonar esta opinião foram os sinais notáveis de inteligência de certos pássaros adestrados que parecem adivinhar o pensamento e tiram de um maço de cartas as que podem dar a resposta exata da questão proposta. Observamos essas experiências com um cuidado todo particular, e o que mais admiramos foi a arte que foi necessário desdobrar para a instrução desses pássaros. Não se lhe pode, sem dúvida, recusar uma certa dose de inteligência relativa, mas seria preciso convir que, em certas circunstâncias, sua perspicácia ultrapassaria de muito a do homem, porque não há pessoa que possa se gabar de fazer o que eles fazem, seria preciso mesmo, para certas experiências lhe supor um dom de segunda vista superior aos dos sonâmbulos mais clarividentes. Com efeito, sabe-se que a lucidez é essencialmente variável e que está sujeita a freqüentes intermitências, ao passo que entre esses pássaros, ela seria permanente e funcionária no momento próprio com uma regularidade e uma precisão que não se vê em nenhum sonâmbulo; numa palavra, ela nunca lhes faltaria. A maioria das experiências que vimos foram da natureza daquelas que fazem os prestidigitadores e não puderam nos deixar dúvidas sobre o emprego de alguns dos seus meios, principalmente o das cartas forçadas. A arte da prestidigitação consiste em dissimular esses meios, sem o que o efeito teria encanto. O fenômeno, mesmo reduzido a essa proporção, não é menos interessante, e lhe resta sempre para admirar o talento do instrutor como também a inteligência do aluno, porque a dificuldade a vencer é bem maior da que se o pássaro não agisse se não em virtude de suas próprias faculdades; ora, levar este a fazer coisas que superam o limite do possível para a inteligência humana, está provado, só por isso, o emprego de um procedimento secreto. E há, aliás, um fato constante, e é que esses pássaros não chegam a esse grau de habilidade senão ao fim de um certo tempo, e com Judá de sons particulares e perseverantes, o que não seria necessário se sua inteligência fizesse sozinha os encargos, Não é mais extraordinário dirigi-los para tirar as cartas do que habituá-los a repetirem musicas e palavras.
            Ocorreu o mesmo quando a prestidigitação quis imitar a segunda vista; levava-se o sujeito ao extremo para que alusão fosse de longa duração. Desde a primeira vez que assistimos a uma sessão desse gênero, nela não vimos senão uma imitação muito imperfeita do sonambulismo, revelando a ignorância das condições mais essenciais dessa faculdade.

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

- APRENDENDO COM CHICO XAVIER. - N º. 265. - CONVERSA ENTRE PAIS E FILHOS -CEZAR CARNEIRO DE SOUZA.


  CONVERSA ENTRE PAIS E FILHOS

            “Necessário que os pais conversem mais cordialmente com seus filhos, no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar essas conversações para tempo de desastre sentimental”. 

Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CEZAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.

                                    RHEDAM. mzgcar@gmail.com)

sábado, 26 de janeiro de 2019

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS III. - ALLAN KARDEC.


  "UNIFICAÇÃO DOS ESPÍRITAS".

“Falai ao coração, é por aí que fareis mais conversões sérias”.

                                        ERASTO (Discípulo DE PAULO.)

            “Unificação: Sim”. – “Uniformização: Não”.

                      LIVRO DOS MÉDIUNS.  

RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS III.

- ITEM Nº. 350. Se o Espiritismo, conforme foi anunciado, tem que determinar a transformação da Humanidade, claro é que esse efeito ele só poderá produzir melhorando as massas, o que se verificará gradualmente, pouco a pouco, em conseqüência do aperfeiçoamento dos indivíduos. Que importa crer na existência dos Espíritos, se essa crença não faz que aquele que a tem se torne melhor, mais benigno e indulgente para com os seus semelhantes, mais humilde e paciente na adversidade? De que serve ao avarento ser espírita, se continua avarento; ao orgulhoso, se se conserva cheio de si; ao invejoso, se permanece dominado pela inveja? Assim, poderiam todos os homens acreditar nas manifestações dos Espíritos e a Humanidade ficar estacionária. Tais, porém, não são os desígnios de Deus. Para o objetivo providencial, portanto, é que devem tender todas as Sociedades espíritas sérias, grupando todos os que se achem animados dos mesmos sentimentos. Então, haverá união entre elas, simpatia, fraternidade, em vez de vão e pueril antagonismo, nascido do amor-próprio, mais de palavras do que de fatos; então, elas serão fortes e poderosas, porque assentarão em inabalável alicerce: o bem para todos; então, serão respeitadas e imporão silêncio à zombaria tola, porque falarão em nome da moral evangélica, que todos respeitam.
Essa a estrada pela qual temos procurado com esforço fazer que o Espiritismo enverede. A bandeira que desfraldamos bem alto é a do Espiritismo cristão e humanitário, em torno da qual já temos a ventura de ver, em todas as partes do globo, congregados tantos homens, por compreenderem que aí é que está a âncora de salvação, a salvaguarda da ordem pública, o sinal de uma era nova para a Humanidade.
Convidamos, pois, todas as Sociedades espíritas a colaborar nessa grande obra. Que de um extremo ao outro do mundo elas se estendam fraternalmente as mãos e eis que terão colhido o mal em inextricáveis malhas.

                                                                       ALLAN KARDEC.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS II. - ITEM Nº. 349.- ALLAN KARDEC.


        "UNIFICAÇÃO DOS ESPÍRITAS".

   “Falai ao coração, é por aí que fareis mais conversões sérias”.

                                                   ERASTO (Discípulo DE PAULO.S).

                  “Unificação: Sim”. – “Uniformização: Não”.

                            LIVRO DOS MÉDIUNS.  

      RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS II.

- ITEM Nº. 349. Estas últimas reflexões se aplicam igualmente a todos os grupos que porventura divirjam sobre alguns pontos da Doutrina. Conforme dissemos, no capítulo Das Contradições, essas divergências, as mais das vezes, apenas versam sobre acessórios, não raro mesmo sobre simples palavras. Fora, portanto, pueril constituírem bando à parte alguns, por não pensarem todos do mesmo modo. Pior ainda do que isso seria o se tornarem ciosos uns dos outros os diferentes grupos ou associações da mesma cidade.
Compreende-se o ciúme entre pessoas que fazem concorrência umas às outras e podem ocasionar recíprocos prejuízos materiais. Não havendo, porém, especulação, o ciúme só traduz mesquinha rivalidade de amor-próprio.
Como, em definitiva, não há sociedade que possa reunir em seu seio todos os adeptos, as que se achem animadas do desejo sincero de propagar a verdade, que se proponham a um fim unicamente moral, devem assistir com prazer à multiplicação dos grupos e, se alguma concorrência haja de entre eles existir, outra não deverá ser senão a de fazer cada um maior soma de bem. As que pretendam estar exclusivamente com a verdade terão que o provar, tomando por divisa: Amor e Caridade, que é a de todo verdadeiro espírita. Quererão prevalecer-se da superioridade dos Espíritos que as assistam? Provem-no, pela superioridade dos ensinos que recebam e pela aplicação que façam deles a si mesmas. Esse o critério infalível para se distinguirem as que estejam no melhor caminho.
Alguns Espíritos, mais presunçosos do que lógicos, tentam por vezes impor sistemas singulares e impraticáveis, à sombra de nomes veneráveis com que se adornam. O bom-senso acaba sempre por fazer justiça a essas utopias, mas, enquanto isso não se dá, podem elas semear a dúvida e a incerteza entre os adeptos. Daí, não raro, uma causa de dissentimentos passageiros. Além dos meios que temos indicado de as apreciar, outro critério há, que lhes dá a medida exata do valor: o número dos partidários que tais sistemas recrutam. A razão diz que, de todos os sistemas, aquele que encontra maior acolhimento nas massas, deve estar mais próximo da verdade, do que os que são repelidos pela maioria e vêem abrir claros nas suas fileiras. Tende, pois, como certo que, quando os Espíritos se negam a discutir seus próprios ensinos, é que bem reconhecem a fraqueza destes.

                                                                       ALLAN KARDEC.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS I. - LIVRO DOS MÉDIUNS.- ALLAN KARDEC.


           "UNIFICAÇÃO DOS ESPÍRITAS".

      “Falai ao coração, é por aí que fareis mais conversões sérias”.

                                                    ERASTO (Discípulo DE PAULO.S).

                   “Unificação: Sim”. – “Uniformização: Não”.

                             LIVRO DOS MÉDIUNS.  

         RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS I.

- ITEM Nº. 348. As reuniões que se ocupem exclusivamente das comunicações inteligentes e as que se dedicam ao estudo das manifestações físicas têm, cada, uma missão; nem umas nem outras estariam no verdadeiro espírito do Espiritismo, se se olhassem mal, e aquela que atirasse a primeira pedra na outra, provaria só com isso a má influência que a domina; todas devem concorrer, embora por caminhos diferentes, ao objetivo comum que é a procura e a propagação da verdade; seu antagonismo, que não seria senão um efeito do orgulho super excitado, fornecendo armas aos detratores, não poderia senão prejudicar a causa que pretendem defender.

                                                                       ALLAN KARDEC.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS I. - ITEM Nº. 348. - ALLAN KARDEC.

   "UNIFICAÇÃO DOS ESPÍRITAS".

“Falai ao coração, é por aí que fareis mais conversões sérias”.

                                                           ERASTO (Discípulo DE PAULO.S)

           “Unificação: Sim”. – “Uniformização: Não”.

                  LIVRO DOS MÉDIUNS.  

    RIVALIDADE ENTRE AS SOCIEDADES ESPÍRITAS I.

- ITEM Nº. 348. As reuniões que se ocupem exclusivamente das comunicações inteligentes e as que se dedicam ao estudo das manifestações físicas têm, cada, uma missão; nem umas nem outras estariam no verdadeiro espírito do Espiritismo, se se olhassem mal, e aquela que atirasse a primeira pedra na outra, provaria só com isso a má influência que a domina; todas devem concorrer, embora por caminhos diferentes, ao objetivo comum que é a procura e a propagação da verdade; seu antagonismo, que não seria senão um efeito do orgulho superexitado, fornecendo armas aos detratores, não poderia senão prejudicar a causa que pretendem defender.

                                                                       ALLAN KARDEC.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

-CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - ERASTO. (DISCÍPULO DE PAULO.) - ALLAN KARDEC.

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. k) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Para me resumir: os fatos medianímicos não podem se manifestar sem o concurso consciente ou inconsciente de médiuns; e isso apenas entre os encarnados. Espíritos como nós, que podemos encontrar aqueles que nos sirvam de médiuns. Quanto ao adestramento dos cães, dos pássaros, ou outros animais, para fazer tais ou tais exercícios, é assunto vosso e não nosso”.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)