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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

- MENSAGEM PARA UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.

 FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                    Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos freqüentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   Rhedam. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 19 de maio de 2019

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - N º. 269. - ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS! - CENTROS DE FORÇA. - REVISTA INFORMAÇÃO.


ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS!
  
                        O que vem a ser centros de forças?
                        Onde se situam (no corpo físico ou no corpo espiritual) e qual finalidade?

            André Luiz no livro “Evolução em dois Mundos”, capítulo II, (FEB), fala dos centros vitais, existentes no psicossoma ou corpo espiritual, que seria os responsáveis pelo comando da vida orgânica e consciencial dos indivíduos. São eles o centro coronário (o primário) e os centros laríngeo, cardíaco, cerebral, esplênico e gástrico (os secundários), cada qual com uma função específica em relação ao equilíbrio psicossomático do indivíduo. Diz o instrutor que “são os centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção automática da alma, imprimem às células a especialização extrema, pela qual o homem possui no corpo denso, e detemos todos no corpo espiritual em recursos equivalentes, as células que produzem fosfato e carbonato de cálcio para a construção dos ossos, as que distendem para a recobertura do intestino, as que desempenham complexas funções químicas no fígado, as que se transformam em filtros de sangue na intimidade dos rins e outras tantas que se ocupam no fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida nas glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o cosmo vivo de manifestação”.

Fonte: Revista Informação - No. 94 - Setembro de 1984.

                                   RHEDAM. – (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - N º. 258. - ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS! - CENTROS DE FORÇA. - REVISTA INFORMAÇÃO.

            ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS!

                        O que vem a ser centros de forças?
  Onde se situam (no corpo físico ou no corpo espiritual) e qual finalidade?

            André Luiz no livro “Evolução em dois Mundos”, capítulo II, (FEB), fala dos centros vitais, existentes no psicossoma ou corpo espiritual, que seria os responsáveis pelo comando da vida orgânica e consciencial dos indivíduos. São eles o centro coronário (o primário) e os centros laríngeo, cardíaco, cerebral, esplênico e gástrico (os secundários), cada qual com uma função específica em relação ao equilíbrio psicossomático do indivíduo. Diz o instrutor que “são os centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção automática da alma, imprimem às células a especialização extrema, pela qual o homem possui no corpo denso, e detemos todos no corpo espiritual em recursos equivalentes, as células que produzem fosfato e carbonato de cálcio para a construção dos ossos, as que distendem para a recobertura do intestino, as que desempenham complexas funções químicas no fígado, as que se transformam em filtros de sangue na intimidade dos rins e outras tantas que se ocupam no fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida nas glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o cosmo vivo de manifestação”.

Fonte: Revista Informação - No. 94 - Setembro de 1984.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 5 de junho de 2018

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - Urbano Ferreira.

FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                             Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos freqüentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   Rhedam.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.


FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                   Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos freqüentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   CARLOS. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 23 de março de 2016

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.

 FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                              Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos freqüentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   CARLOS. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.

FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                      Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos freqüentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.

 FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                  Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos frequentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 27 de outubro de 2013

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - N º. 93. - ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS! - O que vem a ser centros de forças? - REVISTA INFORMAÇÃO.

 ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS!

O que vem a ser centros de forças?
Onde se situam (no corpo físico ou no corpo espiritual) e qual finalidade?

            André Luiz no livro “Evolução em dois Mundos”, capítulo II, (FEB), fala dos centros vitais, existentes no psicossoma ou corpo espiritual, que seria os responsáveis pelo comando da vida orgânica e consciencial dos indivíduos. São eles o centro coronário (o primário) e os centros laríngeo, cardíaco, cerebral, esplênico e gástrico (os secundários), cada qual com uma função específica em relação ao equilíbrio psicossomático do indivíduo. Diz o instrutor que “são os centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção automática da alma, imprimem às células a especialização extrema, pela qual o homem possui no corpo denso, e detemos todos no corpo espiritual em recursos equivalentes, as células que produzem fosfato e carbonato de cálcio para a construção dos ossos, as que distendem para a recobertura do intestino, as que desempenham complexas funções químicas no fígado, as que se transformam em filtros de sangue na intimidade dos rins e outras tantas que se ocupam no fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida nas glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o cosmo vivo de manifestação”.

Fonte: Revista Informação - No. 94 - Setembro de 1984.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

- MENSAGEM PARA UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - Urbano Ferreira. - REFORMADOR. - FEB.

 FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                           Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos frequentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos frequentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que frequentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.

FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                  Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos freqüentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos freqüentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que freqüentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - Nº. 69.- ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS! - CENTROS DE FORÇA. - REVISTA INFORMAÇÃO.


ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS!


                        O que vem a ser centros de forças?
                        Onde se situam (no corpo físico ou no corpo espiritual) e qual finalidade?

            André Luiz no livro “Evolução em dois Mundos”, capítulo II, (FEB), fala dos centros vitais, existentes no psicossoma ou corpo espiritual, que seria os responsáveis pelo comando da vida orgânica e consciencial dos indivíduos. São eles o centro coronário (o primário) e os centros laríngeo, cardíaco, cerebral, esplênico e gástrico (os secundários), cada qual com uma função específica em relação ao equilíbrio psicossomático do indivíduo. Diz o instrutor que “são os centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção automática da alma, imprimem às células a especialização extrema, pela qual o homem possui no corpo denso, e detemos todos no corpo espiritual em recursos equivalentes, as células que produzem fosfato e carbonato de cálcio para a construção dos ossos, as que distendem para a recobertura do intestino, as que desempenham complexas funções químicas no fígado, as que se transformam em filtros de sangue na intimidade dos rins e outras tantas que se ocupam no fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida nas glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o cosmo vivo de manifestação”.

Fonte: Revista Informação - No. 94 - Setembro de 1984.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 28 de outubro de 2012

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.


                          FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                              Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos frequentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos frequentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que frequentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

             Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS. - URBANO FERREIRA.


            FRATERNIDADE NOS CENTROS ESPÍRITAS.

                                                                                              Urbano Ferreira.

            Centro, mas há falta deste sentimento no relacionamento dos trabalhadores entre si, ou entre os dirigentes. Uma instituição assim não consegue levar o consolo aos que sofrem, porque não tem muito o que oferecer.
            Por outro lado, não adianta aos trabalhadores serem fraternos entre si e não estenderem este sentimento aos frequentadores.
            Recentemente, uma jovem nos revelou que passou alguns anos frequentando um Centro Espírita, inclusive um grupo de estudos de mediunidade, sem ter sido alvo da atenção dos trabalhadores da Casa. Por motivos particulares, foi obrigada a afastar-se e teve a impressão de que sua ausência sequer foi notada. Apesar de terem o seu nome completo e endereço, jamais lhe telefonaram ou pediram notícias suas.
            Após passar pela Igreja Católica, onde continuou ignorada. Integrou-se numa Igreja presbiteriana, onde foi muito bem acolhida, passando a ser alvo de constante atenção dos seus membros. Foi a primeira vez que teve a sensação de ser valorizada por um grupo de religiosos.
            Sabemos que esta jovem poderá ter-se afastado do Centro Espírita por outras razões, até mesmo por alguma influenciarão espiritual nociva, mas, de qualquer modo, o fato nos convida à meditação. Além disso, sabemos, por outras fontes, que não há harmonia naquele Centro Espírita.
            É bom refletirmos no assunto e revisar nosso relacionamento com as pessoas que frequentam as instituições espíritas e com os trabalhadores destas.
            Todo ser humano é sensível às manifestações de fraternidade, por menores que sejam. Cada Centro ou instituição assistencial espírita poderia ter uma equipe preparada para receber as pessoas que deles se aproximam em busca dos extraordinários recursos que o Espiritismo proporciona.
            Talvez seja para alertar os cristãos neste sentido que Jesus, em sua última reunião com os apóstolos, tenha afirmado que os seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem.

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1861 - Abril de 1984.- Edição FEB.

                             RHEDAM. (rhedam@gmail.com)