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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - À MARIA. - BITTENCOURT SAMPAIO. (CHICO XAVIER.)

                                        À MARIA.

            Eis-nos, Senhora, a pobre caravana
            Em fervorosas súplicas, reunidas,
            Implorando a piedade, a paz e a vida,
            De vossa caridade soberana.

            Fortalecei-nos a alma dolorida
            A redenção na iniqüidade humana,
            Com o bálsamo da crença que promana
            Das luzes da bondade esclarecida.

            Providência de todos os aflitos,
            Ouvi dos céus, ditosos e infinitos,    
            Nossas sinceras preces ao Senhor...

            Que a nossa carava da Verdade
            Colabore no Bem da Humanidade,
            Neste banquete místico do amor.

                                          BITTENCOURT SAMPAIO. (Chico Xavier)

            SERGIPANO, nascidos na cidade de Laranjeiras, em1de fevereiro de 1834, desencarnou no Rio de Janeiro em 10 de outubro de 1895. Foi político ativo, deputado por sua província em duas legislaturas e Presidente do Espírito Santo. Diretor da Biblioteca Nacional e jornalista de mérito.
            A fonte de onde respiramos estes dados aponta Poesias (1859) e Flores Silvestres (1860), mas omite a maior das suas obras, que é A divina Epopéia, ou seja o Evangelho de João, em magníficos versos brancos, tais como estes. Mas... É que Bittencourt Sampaio foi, no último quartel da vida terrena, um dos mais brilhantes e destemerosos paladinos da Revelação Espírita. E, como Jesus perante a Cristandade, verdadeiro poema em prosa, Reformador, de 1937 publicou-lhe a biografia.
           

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - À VIRGEM. - BITTENCOURT SAMPAIO. (CHICO XAVIER.)

                                               À VIRGEM.

            Vós sois no mundo a estrela da esperança,
            A salvação dos náufragos da vida;
            A custódia das almas sofredoras,
            A consolação e paz dos desterrados
            Do venturo aprisco das ovelhas
            De Jesus Cristo, o Filho muito amado!
            Final radioso aos pobres degredados,
            Anjo guiador dos homens desgarrados
            Do Evangelho de luz do Filho vosso
            Virgem formosa e pura de bondade,
            Providências dos fracos pecadores,
            Astro de amor na noite dos abismos,
            Clarão que sobre as trevas da cegueira
            Expulsa a escuridão das consciências!
            Virgem da piedade e da pureza,
            Estendei vossos braços tutelares
            A Humanidade inteira, que padece,
            Espíritos na treva das angústias,
            No tenebroso báratro das dores,
            Mergulhados nas tredas tempestades
            Do mal, que lhes ensombra a mente e a vista;
            Cegos desventurados, caminhando
            Em busca de outras noites mais escuras,
            Legião de penitentes voluntários,
            Afastados do amor e da verdade
            Fujitivos do amor que os esclarece!
            Anjo da caridade e da virtude,
            Estendei vossas asas luminosas
            Sobre tanta miséria e tantos prantos.
            Daí fortaleza àqueles que fraquejam,
            Apiedai-vos dos frágeis caminhantes,
            Iluminai os cérebros descrentes,
            Fortalecei a fé e os vacilantes,
            Clareai as sendas obscurecidas
            Dos que se vôo nos pântanos dos vícios!...
            Existem almas miseras que choram
            Amarrada ao potro da tortura,
            E corações farpeados de amarguras...
            Enxugai-lhes as lágrimas penosas!
            Virgem imaculada de ternura,
            Abençais os mansos e os humildes
            Que acima de européis enganadores
            Põem o amor de Jesus, eterno e puro!
            Dulcificai as mágoas que laceram
            Pobres almas aflitas na voragem
            Das provações mais rudes e amargosas,
            Estendei, virgem pura, o vosso manto
            Constelado de todas as virtudes,
            Sobre a nudez de tantos sofrimentos
            Que despedeçam almas exiladas
            No orbe da expiação que regenera...
            Ele será a luz resplandecente
            Sobre a miséria dos padecimentos,
            Afastando amarguras, concedendo
            Claridades a estradas pedregrosas...
            Conforto às almas tristes deste mundo,
            Porto de segurança aos viajantes,
            Clarão de sol nas trevas mais espessas,
            Farol brilhante iluminando os trilhos
            De todos os viajores que caminham
            Pela mão de Jesus, doce e bondosa;
            O pão miraculoso, repartido
            Entre os esfomeados e os sedentos
            De paz, que os acalante e os conforte!
            Virgem, Mãe de Jesus, anjo de amor,
            Vinde a nós que na luta fraquejamos,
            Ajudai-nos a fim de que a vençamos...
            Vinde, piedosa Virgem de bondade,
            Cremos em vós, na vossa alma divina!
            Vinde!... daí-nos mais força e mais coragem,
            Derramai sobre nós o eflúvio santo
            De vosso amor, que ampara e que redime...
            Vinde a nós! Nossas almas vos esperam,
            Almas de filhos míseros que sofrem,
            Atendei nossas súplicas, Senhora,
            Providência da pobre Humanidade!...

BITTENCOURT SAMPAIO. (Chico Xavier).

            SERGIPANO, nascidos na cidade de Laranjeiras, em 1 de fevereiro de 1834, desencarnou no Rio de Janeiro em 10 de outubro de 1895. Foi político ativo, deputado por sua província em duas legislaturas e Presidente do Espírito Santo. Diretor da Biblioteca Nacional e jornalista de mérito.
            A fonte de onde respiramos estes dados aponta Poesias (1859) e Flores Silvestres (1860), mas omite a maior das suas obras, que é A Divina Epopéia, ou seja o Evangelho de João, em magníficos versos brancos, tais como estes. Mas... É que Bittencourt Sampaio foi, no último quartel da vida terrena, um dos mais brilhantes e destemerosos paladinos da Revelação Espírita. E, como Jesus perante a Cristandade, verdadeiro poema em prosa, Reformador, de 1937 publicou-lhe a biografia.
           
            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - BRASIL UNIDO. - BITTENCOURT SAMPAIO. (MARIA CECÍLIA PAIVA)

                               BRASIL UNIDO.

            Associamo-nos, comovidos, aos trabalhos da Unificação do Espiritismo no Brasil.
            Convocados, também, para trilha luminosa das tarefas com Jesus, na capital do Estado do Rio de Janeiro, vibramos em uníssono pela participação gloriosa que nos foi concedida.
            Porque, irmãos queridos, o desenfaixe do corpo denso não nos exime dos fastos do trabalho no planeta que nos acolheu por benção maior.
            Somos, pois, a mesma família unida, do orbe terrestre e do Além. E estando do lado de cá, somos compelidos a acertar pontos de vista, laborar novas concepções e marchar para a edificação do Espiritismo vitorioso nas Terras de Santa Cruz.
            E daqui em nome do Mestre e Senhor, nos unimos à plêiade de trabalhadores terrestres, que vivem a hora magnífica da construção do mundo de amanha.
            Se o plano espiritual se une em busca da unificação dos princípios da Doutrina Espírita e da união dos corações, porque não nos unirmos também aos colaboradores do plano físico para a tarefa que nos conduzirá à relação da Humanidade?
            Trabalhemos, pois, em nome do Cristo de Deus, que não poupou esforços para trazer ao homem a Mensagem do Céu.          
            Aproveitemos o ensejo que o Senhor nos concede e busquemos, mais unidos e mais fortes, cantar as belezas do Evangelho redivivo para o nosso Brasil e para mundo inteiro!
            Levemos aos povos a bênção do conhecimento sublime e, com Jesus junto a nós e conosco, vibremos pela esperança nos corações desfalecidos, transformando o nosso querido Brasil em verdadeira Terra da Promissão e no Coração do Mundo.

            Deus nos abençoe.

                                                                       BITTENCOURT SAMPAIO.

            (Mensagem recebida por Maria Cecília Paiva, em reunião pública, na Federação Espírita Brasileira, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de 8 de abril de 1977.)

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1785. - Dezembro, 1977, - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - BRASIL UNIDO. - BITTENCOURT SAMPAIO. (MARIA CECILIA PAIVA.)


                                                     BRASIL UNIDO.

              Associamo-nos, comovidos, aos trabalhos da Unificação do Espiritismo no Brasil.
            Convocados, também, para trilha luminosa das tarefas com Jesus, na capital do Estado do Rio de Janeiro, vibramos em uníssono pela participação gloriosa que nos foi concedida.
            Porque, irmãos queridos, o desenfaixe do corpo denso não nos exime dos fastos do trabalho no planeta que nos acolheu por benção maior.
            Somos, pois, a mesma família unida, do orbe terrestre e do Além. E estando do lado de cá, somos compelidos a acertar pontos de vista, laborar novas concepções e marchar para a edificação do Espiritismo vitorioso nas Terras de Santa Cruz.
            E daqui em nome do Mestre e Senhor, nos unimos à plêiade de trabalhadores terrestres, que vivem a hora magnífica da construção do mundo de amanha.
            Se o plano espiritual se une em busca da unificação dos princípios da Doutrina Espírita e da união dos corações, porque não nos unirmos também aos colaboradores do plano físico para a tarefa que nos conduzirá à relação da Humanidade?
            Trabalhemos, pois, em nome do Cristo de Deus, que não poupou esforços para trazer ao homem a Mensagem do Céu.          
            Aproveitemos o ensejo que o Senhor nos concede e busquemos, mais unidos e mais fortes, cantar as belezas do Evangelho redivivo para o nosso Brasil e para mundo inteiro!
            Levemos aos povos a bênção do conhecimento sublime e, com Jesus junto a nós e conosco, vibremos pela esperança nos corações desfalecidos, transformando o nosso querido Brasil em verdadeira Terra da Promissão e no Coração do Mundo.

            Deus nos abençoe.

                                                                       BITTENCOURT SAMPAIO.

            (Mensagem recebida por Maria Cecília Paiva, em reunião pública, na Federação Espírita Brasileira, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de 8 de abril de 1977.)

Fonte: Revista “O REFORMADOR” - No. 1785. - Dezembro, 1977, - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - FRANCISCO LEITE DE BITTENCOURT SAMPAIO. - ARIOVALDO CAVERSAN e GEZIEL ANDRADE.


                             Francisco Leite de Bittencourt Sampaio -

                Nasceu em Laranjeiras (SE), em 1/2/1834 e desencarnou no Rio de Janeiro, em 10/10/1895. Foi advogado, político e jornalista. Em 1873, já era dirigente da sociedade espírita denominada Grupo Confúcio, no Rio de Janeiro, onde desenvolveu a  mediunidade com a qual viria a prestar grande contribuição em auxílio aos necessitados e a doutrina espírita.

                        Fonte:Manual e dicionário Básico de Espiritismo - Ariovaldo Caversan e Geziel Andrade - 2a. Edição - Editora e Gráfica do Interior / ABC do Interior.- Capivari, SP. Outubro de 1988.

                                             RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - FRANCISCO LEITE DE BITTENCOURT SAMPAIO. - ARIOVALDO CAVERSAN e GEZIEL ANDRADE.


                             - Francisco Leite de Bittencourt Sampaio -

                Nasceu em Laranjeiras (SE), em 1/2/1834 e desencarnou no Rio de Janeiro, em 10/10/1895. Foi advogado, político e jornalista. Em 1873, já era dirigente da sociedade espírita denominada Grupo Confúcio, no Rio de Janeiro, onde desenvolveu a  mediunidade com a qual viria a prestar grande contribuição em auxílio aos necessitados e a doutrina espírita.

                        Fonte:Manual e dicionário Básico de Espiritismo - Ariovaldo Caversan e Geziel Andrade - 2a. Edição - Editora e Gráfica do Interior / ABC do Interior.- Capivari, SP. Outubro de 1988.

                                             RHEDAM. (rhedam@gmail.com)