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terça-feira, 23 de julho de 2019

- MENSAGEM ESPECIAL. - SEM SOMBRA. - ORMANDO CANDELÁRIA. (CHICO XAVIER.)


                    SEM SOMBRA.

                        Mágoa envolvendo a pessoa
                        É teia que se avoluma,
                        Quem tudo entende e perdoa
                        Não encontra sombra alguma.

                                             ORMANDO CANDELÁRIA.        

            Fonte: - Livro Chão de Flores, - Autores Diversos, Francisco C. Xavier, - 3 ª. edição, - Editora Instituto Divulgação Editora André Luiz, - São Paulo, SP, - 1978. –

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

- POEMAS ESPÍRITAS. PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - SEM SOMBRAS. - LUCINDO FILHO. (CHICO XAVIER.)

                   SEM SOMBRAS.

Junto ao sepulcro onde a saudade chora
E onde o sonho das lágrimas termina,
Abre-se a porta da mansão divina
Entalhada em reflexos de aurora.

Não mais a noite; vive em tudo, agora,
A beleza profunda e peregrina,
Envolvida na luz esmeraldina
Da esperança que vibra e resplendora.

Sem as sombras das lutas desumanas,
A alma vitoriosa entoa hosanas,
Ébria de paz e de imortalidade.

Não lamenteis quem parta ao fim do dia,
Que a sepultura em cinza escura e fria.
É a nova porta para a eternidade.

Lucindo Filho

NASCIDO em Minas Gerais a 16 de agosto de 1847 e falecido em Vassouras a 10 de junho de 1896. Médico, jornalista, compositor musicista e tradutor renomado. Latinista de prol, conta em sua bibliografia Poemetos, Virgilianas, Flores Exóticas, etc.

Esta produção surgiu de improviso no curso de uma reunião familiar em que se não cogitava de assuntos espíritas. O poeta desencarnou no século passado e o médium é deste século; e conquanto fosse intelectual de prol, a seu tempo, é hoje um nome esquecido, fora dos meios culturais.
Ninguém ali o conhecera nem dele se lembraria, exceto uma senhora que, em menina, lhe assistira aos funerais, em Vassouras, onde ele tem precioso jazigo, oferecido pela população local.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - AUTORES DIVERSOS. - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 16 de junho de 2018

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - CHICO XAVIER, A SOMBRA DO ABACATEIRO - CARLOS A. BACCELLI.

”CHICO XAVIER, A SOMBRA DO ABACATEIRO”.

“BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS”

Comentário de Chico Xavier:

            “Perdoar aos amigos, é pedir perdão para si mesmo: perdoar aos amigos, é dar-lhes uma prova de amizade, perdoar as ofensas é mostrar que se tornou melhor.” 
            “Nós conhecemos, NA DOUTRINA Espírita, uma característica muito interessante – a livre expressão. Alguns possuem um Guia determinado, outros possuem outros Amigos Espirituais. E isso causa muita discussão na Doutrina. De legião dos cristãos nós somos talvez a mais discutidora, no campo doutrinário do Evangelho. Outros irmãos não param o pensamento para analisar, mas a comunidade espírita lê bastante e interpreta muito. E nesse interpretar encontramos o antagonismo de uma pessoa para com a outra...
            As pessoas passam a não ser tolerantes. Dizem: “Gosto muito de fulano, mas não gosto do trabalho que executa.”
            - Nós sabemos que a nossa meta é Jesus Cristo, a mesma meta de todos os cristãos. Nós que temos essa faculdade, por enquanto – por enquanto, porque a qualquer hora poderemos ter isso cassado – da livre discussão e da livre opinião, deveríamos anotar este lema: “Desculpar os amigos, de qualquer maneira, de qualquer falta...”
            “Os inimigos estão fora dessa observação, aqueles que se nos fazem adversários estão mais ou menos longe, não dão trabalho à nossa cabeça. Entre nós outros, os amigos entre si, para conduzirmos nossa bandeira para frente, precisamos ser mais amigos uns dos outros; a hora requer que sejamos mais amigos... Se somos considerados minoria, por que nos vamos hostilizar? Ante os muitos milhões, somos poucos... Pelo fato de sermos minoria, deveríamos amar ainda mais os nossos amigos; sabendo que o trabalho deles se altera de dia para dia, como julgar o amigo por atitudes de um dia só?
            (...) “Então, essa tolerância seria para nós uma espécie de cimento de união para sermos de fato companheiros uns dos outros, amigos uns dos outros, irmãos uns dos outros... Nós não temos usado com bastante sensatez essa liberdade de opinião irrestrita... É um ponto de vist que emitimos pensando na necessidade de tolerância em nossos grupos.
            “Não é que devemos esquecer os amigos, não. Também são filhos de Deus. Se estão se aproximando de nós, é nosso dever dialogar com eles. Mas, sobretudo, entre nós outros, os amigos, devemos ter mais união. A nossa Imprensa, a nossa vida nas instituições nos mostra diferente... Às vezes estamos tão separados, a ponto de uma outra autoridade religiosa, de outro culto dizer: ”Os espíritas do Brasil conseguiram um prodígio: conseguiram ser inimigos íntimos...”
            “Precisamos respeitar todos os trabalhos e todos os companheiros.” 

            Fonte: Livro: “CHICO XAVIER , A SOMBRA DO ABACATEIRO”, - Carlos A Baccelli, - Edição Ideal.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 2 de junho de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - DISSIPANDO SOMBRAS. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


             DISSIPANDO SOMBRAS.

              Concentremos nossas forças no propósito de amar os nossos inimigos, segundo os preceitos do Cristo, para que as sombras se mostrem dissipadas.

            Fonte: Livro “MAIS LUZ” – BATUÍRA – Francisco C. Xavier – 4ª. Edição – Editora GEEM – São Paulo, SP. – 1976.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - DA SOMBRA PARA A LUZ.- EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



            DA SOMBRA PARA A LUZ.

            Estranhamos, muitas vezes, na Terra, a multiplicidade dos conflitos emocionais que nos assaltam, de improviso, assinalando deploráveis influências ocultas.
            Em muitas circunstâncias, basta leve impulso na direção do bem, para que se manifestem, desesperadas, como a impedir-nos o acesso à Vida Superior.
            Na iniciação da mediunidade, surgem, quase sempre, na forma de obsessões marginais, ameaçando as mais belas aspirações, tanto quanto na construção da fé viva, adentro de nosso grupo familiar, aparecem na feição de desentendimento e discórdia, a se expressarem rudes e virulentas naqueles que mais amamos.
            Entretanto, no exame do problema, recorramos a quadro simples da natureza.

            Toda vez que necessitamos rasgar estradas nova no seio da gleba anônima, duro trabalho da educação do solo se faz imprescindível.
            Sobre o chão agressivo e áspero, picareta e trator se mostram necessários, reclamando-se, ainda, o auxílio do pedregulho arestoso na pavimentação do caminho, antes que o homem se valha dele na movimentação do progresso.
            Utilizamo-nos do símile para considerar que também na abertura de novas rotas do espírito, tarefas sacrificiais se exigem de nós com vistas ao indispensável burilamento e, assim como os engenheiros supervisionam a obra, confiando-a braços rijos, habilitados à remoção do material primitivo e inferior, também os instrutores Celestes, sem perder-nos, entregam-nos a companheiros mais ou menos semelhantes a nós, que nos desbatam o campo íntimo, através de lutas e sofrimentos até que lhes ofereçamos justo padrão de serviço ao apostolado de luz que se propõem a veicular.
            É por isso que, em todos os percalços de nossa edificação para a Vida Eterna, realmente, não podemos dispensar o concurso efetivo da paciência porque somente por essa virtude singela e renovadora é que poderemos vencer as inibições externas com o necessário triunfo sobre nós mesmos.

            Fonte: Livro Linha 200, - autor Emmanuel, Francisco C. Xavier, - 2 ª. edição, - Editora Cultura Espírita União (C. E. U.), - São Paulo, SP, - 1981. –

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA.- ”CHICO XAVIER, A SOMBRA DO ABACATEIRO”. - CHICO XAVIER. (CARLOS a. BACCELLI.)



   ”CHICO XAVIER, A SOMBRA DO ABACATEIRO”.

  “BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS”

 Comentário de Chico Xavier:

            “Perdoar aos amigos, é pedir perdão para si mesmo: perdoar aos amigos, é dar-lhes uma prova de amizade, perdoar as ofensas é mostrar que se tornou melhor.” 

            “Nós conhecemos, NA DOUTRINA Espírita, uma característica muito interessante – a livre expressão. Alguns possuem um Guia determinado, outros possuem outros Amigos Espirituais. E isso causa muita discussão na Doutrina. De legião dos cristãos nós somos talvez a mais discutidora, no campo doutrinário do Evangelho. Outros irmãos não param o pensamento para analisar, mas a comunidade espírita lê bastante e interpreta muito. E nesse interpretar encontramos o antagonismo de uma pessoa para com a outra...
            As pessoas passam a não ser tolerantes. Dizem: “Gosto muito de fulano, mas não gosto do trabalho que executa.”
            - Nós sabemos que a nossa meta é Jesus Cristo, a mesma meta de todos os cristãos. Nós que temos essa faculdade, por enquanto – por enquanto, porque a qualquer hora poderemos ter isso cassado – da livre discussão e da livre opinião, deveríamos anotar este lema: “Desculpar os amigos, de qualquer maneira, de qualquer falta...”
            “Os inimigos estão fora dessa observação, aqueles que se nos fazem adversários estão mais ou menos longe, não dão trabalho à nossa cabeça. Entre nós outros, os amigos entre si, para conduzirmos nossa bandeira para frente, precisamos ser mais amigos uns dos outros; a hora requer que sejamos mais amigos... Se somos considerados minoria, por que nos vamos hostilizar? Ante os muitos milhões, somos poucos... Pelo fato de sermos minoria, deveríamos amar ainda mais os nossos amigos; sabendo que o trabalho deles se altera de dia para dia, como julgar o amigo por atitudes de um dia só?
            (...) “Então, essa tolerância seria para nós uma espécie de cimento de união para sermos de fato companheiros uns dos outros, amigos uns dos outros, irmãos uns dos outros... Nós não temos usado com bastante sensatez essa liberdade de opinião irrestrita... É um ponto de vist que emitimos pensando na necessidade de tolerância em nossos grupos.
            “Não é que devemos esquecer os amigos, não. Também são filhos de Deus. Se estão se aproximando de nós, é nosso dever dialogar com eles. Mas, sobretudo, entre nós outros, os amigos, devemos ter mais união. A nossa Imprensa, a nossa vida nas instituições nos mostra diferente... Às vezes estamos tão separados, a ponto de uma outra autoridade religiosa, de outro culto dizer: ”Os espíritas do Brasil conseguiram um prodígio: conseguiram ser inimigos íntimos...”

            “Precisamos respeitar todos os trabalhos e todos os companheiros.” 

            Fonte: Livro: “CHICO XAVIER , A SOMBRA DO ABACATEIRO”, - Carlos A Baccelli, - Edição Ideal.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - DISSIPANDO SOMBRAS. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)

                   DISSIPANDO SOMBRAS.

           Concentremos nossas forças no propósito de amar os nossos inimigos, segundo os preceitos do Cristo, para que as sombras se mostrem dissipadas.

            Fonte: Livro “MAIS LUZ” – BATUÍRA – Francisco C. Xavier – 4ª. Edição – Editora GEEM – São Paulo, SP. – 1976.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)
        

quinta-feira, 30 de junho de 2016

- POEMAS ESPIRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - SOMBRA E LUZ -CASIMIRO CUNHA. (CHICO XAVIER.)



                        SOMBRA E LUZ

Vem a noite, volta o dia,
Cresce o broto, nasce a flor,
Vai a dor, surge a alegria
Dourando a manhã do Amor.

Assim, depois da amargura
Que a vida terrena traz,
A alma encontra na Altura
A luz, a ventura e a paz.
Casimiro Cunha

POETA vassourense, nasceu aos 14 de abril de 1880 e desencarnou em 1914. Pobre, ao demais espírita confesso, não teve maior projeção no cenáculo literário do seu tempo, mau grado à suavidade da sua musa e inatos talentos literários. Há, na sua existência terrena, uma triste particularidade a assinalar, qual a de haver perdido uma vista aos 14 anos, por acidente, para de todo cegar da outra aos 16. Órfão de pai aos 7 anos, apenas freqüentou escolas primárias. Era um espírito jovial e forte no infortúnio, que ele sabia aproveitar no enobrecimento da sua fé. Se tivesse tido maior cultura, atingiria as maiores culminâncias do firmamento literário.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

- MENSAGEM ESPECIAL. - DISSIPANDO SOMBRAS. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)

                      DISSIPANDO SOMBRAS.

                        Concentremos nossas forças no propósito de amar os nossos inimigos, segundo os preceitos do Cristo, para que as sombras se mostrem dissipadas.

            Fonte: Livro “MAIS LUZ” – BATUÍRA – Francisco C. Xavier – 4ª. Edição – Editora GEEM – São Paulo, SP. – 1976.


                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - CHICO XAVIER, A SOMBRA DO ABACATEIRO. - CARLOS A.

 ”CHICO XAVIER, A SOMBRA DO ABACATEIRO”.

               “BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS”

Comentário de Chico Xavier:
      
                 “Perdoar aos amigos, é pedir perdão para si mesmo: perdoar aos amigos, é dar-lhes uma prova de amizade, perdoar as ofensas é mostrar que se tornou melhor.” 
            “Nós conhecemos, NA DOUTRINA Espírita, uma característica muito interessante – a livre expressão. Alguns possuem um Guia determinado, outros possuem outros Amigos Espirituais. E isso causa muita discussão na Doutrina. De legião dos cristãos nós somos talvez a mais discutidora, no campo doutrinário do Evangelho. Outros irmãos não param o pensamento para analisar, mas a comunidade espírita lê bastante e interpreta muito. E nesse interpretar encontramos o antagonismo de uma pessoa para com a outra...
            As pessoas passam a não ser tolerantes. Dizem: “Gosto muito de fulano, mas não gosto do trabalho que executa.”
            - Nós sabemos que a nossa meta é Jesus Cristo, a mesma meta de todos os cristãos. Nós que temos essa faculdade, por enquanto – por enquanto, porque a qualquer hora poderemos ter isso cassado – da livre discussão e da livre opinião, deveríamos anotar este lema: “Desculpar os amigos, de qualquer maneira, de qualquer falta...”
            “Os inimigos estão fora dessa observação, aqueles que se nos fazem adversários estão mais ou menos longe, não dão trabalho à nossa cabeça. Entre nós outros, os amigos entre si, para conduzirmos nossa bandeira para frente, precisamos ser mais amigos uns dos outros; a hora requer que sejamos mais amigos... Se somos considerados minoria, por que nos vamos hostilizar? Ante os muitos milhões, somos poucos... Pelo fato de sermos minoria, deveríamos amar ainda mais os nossos amigos; sabendo que o trabalho deles se altera de dia para dia, como julgar o amigo por atitudes de um dia só?
            (...) “Então, essa tolerância seria para nós uma espécie de cimento de união para sermos de fato companheiros uns dos outros, amigos uns dos outros, irmãos uns dos outros... Nós não temos usado com bastante sensatez essa liberdade de opinião irrestrita... É um ponto de vist que emitimos pensando na necessidade de tolerância em nossos grupos.
            “Não é que devemos esquecer os amigos, não. Também são filhos de Deus. Se estão se aproximando de nós, é nosso dever dialogar com eles. Mas, sobretudo, entre nós outros, os amigos, devemos ter mais união. A nossa Imprensa, a nossa vida nas instituições nos mostra diferente... Às vezes estamos tão separados, a ponto de uma outra autoridade religiosa, de outro culto dizer: ”Os espíritas do Brasil conseguiram um prodígio: conseguiram ser inimigos íntimos...”

           “Precisamos respeitar todos os trabalhos e todos os companheiros.” 
            
 Fonte: Livro: “CHICO XAVIER , A SOMBRA DO ABACATEIRO”, - Carlos A Baccelli, - Edição Ideal.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)