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quinta-feira, 28 de junho de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - DEVER SIMPLES. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


                         DEVER SIMPLES.

            Trabalho aparentemente simples e que o dever nos aponta como sendo dos mais importantes nas relações humanas: podar os atritos.
            Notadamente no grupo de serviços, tanto os que administram quanto os que obedecem precisam daqueles que lhes assessorem as atividades na preservação da harmonia e da segurança.
            E essa tarefa positivamente necessária na conservação da paz é acessível a todos. Cada obreiro dentro dela dispensará designações de qualquer natureza para atuar. Todos somos convidados a sustentá-la e exercê-la.

            Surpreendes diminuta questão a resolver ou espinhosa providência a executar e, desde que não afetes as responsabilidades dos outros, não peças a alguém para interferir. Toma sobre ti mesmo o encargo de atender ao que deve ser feito, sem cobrar aplausos dos que te compartilhem a experiência.
            Se ali ouve conversações descabidas, evidentemente destinada a fomentar desentendimento ou perturbação, promete à própria consciência que trabalharás sem alarde para reforçara concórdia.
            Diante de algum problema, não lhes de expansão aos aspectos negativos. Perante companheiros, transitoriamente desanimados ou tocados de influência obsessiva, administra-lhes esperanças e renovação sem comentários.
            Não te digas incapaz de contribuir nas fileiras da caridade e todo instante, com qualquer pessoa, em toda parte e nas mínimas circunstâncias, podes evitar mágoa ou sustar o desequilíbrio. E basta reduzir as áreas do mal para que nos coloquemos, de imediato, sob força do bem.
           
Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - CONCLUSÃO SIMPLES.- ANDRÉ LUIZ. (CHICO XAVIER.)



             CONCLUSÃO SIMPLES.

            Todos nos reconhecemos filhos de Deus.
            Nessa condição, habitualmente, quase todos nós, no mundo, solicitamos à Divina Providência nos forneça tudo aquilo de que necessitamos.
            Efetivamente, o Todo-Misericordioso nos concede, por méis múltiplos, todos os recursos básicos à sustentação da vida, através da Natureza.
            Todo Pai, no entanto, forma o caráter e a personalidade dos filhos, através da disciplina e do estudo, do trabalho e da experiência.
            Na Terra, assim, permanecem por nossa conta os cuidados com o solo, os irmãos-problemas, os filhos por educar e certas dificuldades a suprimir.
            Muito comum, porém, no Plano Físico, quase todas as criaturas reclamarem a presença de Deus, quando esse ou aquele problema apareça.
            Queremos que o Pai Supremo nos tome o lugar nos momentos de crise.
            Exigimos que o Criador nos solucione as questões do relacionamento recíproco.
            Rogamos ao Eterno Doador de Todas as Bênçãos nos concerte esses ou aqueles familiares doentes ou desorientados.
            Recordemos, no entanto, que somos filhos de Deus e Deus que tudo pode realizar, reserva alguma parcela de serviço e responsabilidade para cada um de nós, a fim de que aprendamos a fazer pelos outros o que ele faz constantemente por nós.

                                                                                  ANDRÉ LUIZ.

            Fonte: Livro “SINAIS DE RUMO”  - Espíritos Diversos. – Francisco Cândido Xavier. – GEEM. Grupo Espírita Emmanuel. – São Bernardo do Campo. SP. – 1979.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)



terça-feira, 7 de março de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - DEVER SIMPLES. - BATUÍRA, (CHICO XAVIER.)



                        DEVER SIMPLES.

            Trabalho aparentemente simples e que o dever nos aponta como sendo dos mais importantes nas relações humanas: podar os atritos.
            Notadamente no grupo de serviços, tanto os que administram quanto os que obedecem precisam daqueles que lhes assessorem as atividades na preservação da harmonia e da segurança.
            E essa tarefa positivamente necessária na conservação da paz é acessível a todos. Cada obreiro dentro dela dispensará designações de qualquer natureza para atuar. Todos somos convidados a sustentá-la e exercê-la.

            Surpreendes diminuta questão a resolver ou espinhosa providência a executar e, desde que não afetes as responsabilidades dos outros, não peças a alguém para interferir. Toma sobre ti mesmo o encargo de atender ao que deve ser feito, sem cobrar aplausos dos que te compartilhem a experiência.
            Se ali ouve conversações descabidas, evidentemente destinada a fomentar desentendimento ou perturbação, promete à própria consciência que trabalharás sem alarde para reforçara concórdia.
            Diante de algum problema, não lhes de expansão aos aspectos negativos. Perante companheiros, transitoriamente desanimados ou tocados de influência obsessiva, administra-lhes esperanças e renovação sem comentários.
            Não te digas incapaz de contribuir nas fileiras da caridade e todo instante, com qualquer pessoa, em toda parte e nas mínimas circunstâncias, podes evitar mágoa ou sustar o desequilíbrio. E basta reduzir as áreas do mal para que nos coloquemos, de imediato, sob força do bem.
           
Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

- MENSAGEM ESPECIAL. - DEVER SIMPLES. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)

                               DEVER SIMPLES.

            Trabalho aparentemente simples e que o dever nos aponta como sendo dos mais importantes nas relações humanas: podar os atritos.
            Notadamente no grupo de serviços, tanto os que administram quanto os que obedecem precisam daqueles que lhes assessorem as atividades na preservação da harmonia e da segurança.
            E essa tarefa positivamente necessária na conservação da paz é acessível a todos. Cada obreiro dentro dela dispensará designações de qualquer natureza para atuar. Todos somos convidados a sustentá-la e exercê-la.

            Surpreendes diminuta questão a resolver ou espinhosa providência a executar e, desde que não afetes as responsabilidades dos outros, não peças a alguém para interferir. Toma sobre ti mesmo o encargo de atender ao que deve ser feito, sem cobrar aplausos dos que te compartilhem a experiência.
            Se ali ouve conversações descabidas, evidentemente destinada a fomentar desentendimento ou perturbação, promete à própria consciência que trabalharás sem alarde para reforçara concórdia.
            Diante de algum problema, não lhes de expansão aos aspectos negativos. Perante companheiros, transitoriamente desanimados ou tocados de influência obsessiva, administra-lhes esperanças e renovação sem comentários.
            Não te digas incapaz de contribuir nas fileiras da caridade e todo instante, com qualquer pessoa, em toda parte e nas mínimas circunstâncias, podes evitar mágoa ou sustar o desequilíbrio. E basta reduzir as áreas do mal para que nos coloquemos, de imediato, sob força do bem.
           
Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

- NOTAS ESPIRITUAIS. - DEVER SIMPLES. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


                                                        DEVER SIMPLES.

            Trabalho aparentemente simples e que o dever nos aponta como sendo dos mais importantes nas relações humanas: podar os atritos.
            Notadamente no grupo de serviços, tanto os que administram quanto os que obedecem precisam daqueles que lhes assessorem as atividades na preservação da harmonia e da segurança.
            E essa tarefa positivamente necessária na conservação da paz é acessível a todos. Cada obreiro dentro dela dispensará designações de qualquer natureza para atuar. Todos somos convidados a sustentá-la e exercê-la.

            Surpreendes diminuta questão a resolver ou espinhosa providência a executar e, desde que não afetes as responsabilidades dos outros, não peças a alguém para interferir. Toma sobre ti mesmo o encargo de atender ao que deve ser feito, sem cobrar aplausos dos que te compartilhem a experiência.
            Se ali ouve conversações descabidas, evidentemente destinada a fomentar desentendimento ou perturbação, promete à própria consciência que trabalharás sem alarde para reforçara concórdia.
            Diante de algum problema, não lhes de expansão aos aspectos negativos. Perante companheiros, transitoriamente desanimados ou tocados de influência obsessiva, administra-lhes esperanças e renovação sem comentários.
            Não te digas incapaz de contribuir nas fileiras da caridade e todo instante, com qualquer pessoa, em toda parte e nas mínimas circunstâncias, podes evitar mágoa ou sustar o desequilíbrio. E basta reduzir as áreas do mal para que nos coloquemos, de imediato, sob força do bem.
           
Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)