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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 257. - PORQUE A FAMÍLIA, FOI, É E SERÁ A PRIMEIRA ESCOLA. - COMPILADOR: Dr. CARLOS.


   Porque a família, foi, é e será a primeira escola.

            Um autor desconhecido disse-nos: "Saibam que, quando os pais são inseguros, transmitem os seus medos à seus filhos. Tentam evitar que eles sofram o que temem, mergulham na super proteção. Com isso impedem seu desenvolvimento, tolham seu amadurecimento, tornando-os incapazes e fracos".
            Os pais são os espelhos dos filhos em todas as circunstâncias. Somos responsáveis pelo desenvolvimento educacional, familiar, intelectual, religioso, social, e profissional dos nossos descendentes.
            Dentro do desenvolvimento normal, conforme a idade cronológica da existência, esperando o tempo e a idade certa para ensiná-los. Sendo a infância e adolescência a melhor fase para ensiná-los a educação que recebemos dentro dos princípios cristãos.

             Porém, não somos os únicos culpados pelos desvios de caráter dos nossos filhos na adolescência, na juventude ou na idade madura, mas somos responsáveis pelas falhas que cometemos quando educamos com maus hábitos e maus exemplos, desvirtuados dos ensino ético e moral do Cristo.
            Harisi Pal, o puxador de quixará em Calcutá na Índia, nos deixou um ensinamento: - “Tudo o que não se dá, se perde”. 

O que devemos fazer para combater os nossos Maus Exemplos e Hábitos e as nossas Influências e Obsessões que interferem no desenvolvimento moral da criança?
            - Gratidão possuí-la:
                                   - À Deus.
                                   - À Jesus Cristo.
                                   - Ao Anjo Guardião.
                                   - Aos Mentores Espirituais.
                                   - Aos Familiares, amigos, conhecidos, desconhecidos, espirituais, lembrados ou não, que zelam por nós, intuindo e inspirando-nos nas nossas escolhas pessoais.
            - Aos Familiares que convivem conosco, pedindo à eles que saibam perdoar-nos nossos defeitos, imperfeições e mazelas, auxiliando-nos no desenvolvimento moral.

            Falta de Gratidão: É o maior defeito do ser humano, pois demonstra o ser egoísta e orgulho que vive em si. O maior defeito de caráter.
            O Espírito de Santo Agostinho, na mensagem intitulada “A Ingratidão dos Pais e Os Laços de Família, no capítulo XIV, do Evangelho Segundo o Espiritismo, Honrar Pai e Mãe, diz ele: - “(...) Oh, espíritas! Compreendei neste momento o grande papel da humanidade! Compreendei que, quando gerais um corpo, a alma que se encarna vem do espaço para progredir. Tomai conhecimento dos vossos deveres, e ponde todo o vosso amor em aproximar essa alma de Deus: é essa a vossa missão que vos está confiada, e da qual recebereis a recompensa, se a cumprirdes fielmente. Vossos cuidados, na educação que lhe derdes, auxiliarão o seu aperfeiçoamento e a sua felicidade futura.

            - Familiares - Quem somos? Somos vítimas, das nossas vítimas, desta e de outras vidas, vitimas das nossas imperfeições desconhecidas, dos nossos desvios de caráter e das nossas influências espirituais inferiores, antigas e atuais, atraídas pelos maus hábitos e vícios que praticamos”. (Dr. Humberto).
  
                        RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

- EVANGELHO NO LAR. - O PORQUE DA REENCARNAÇÃO. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)


               EVANGELHO NO LAR.

       O PORQUE DA REENCARNAÇÃO.

                 PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            Será a encarnação uma punição e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a ela?” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 25)

            É necessária a passagem do espíritos pela vida corpórea.
            Deus, em Sua justiça, dá a todos as mesmas condições e a mesma liberdade de ação.
            Não dá privilégios a ninguém, pois isso seria preferência, o que afastaria a Sua justiça.
            A encarnação é um estado transitório em que o espírito vai fazer uso da sua vontade, de seu livre-arbítrio.
            Se usar mal a sua liberdade, ele retarda o seu progresso e sujeita-se a prolongar indefinidamente a necessidade de reencarnar-se.
            Deus não castiga ninguém. O espírito, usando mal a sua vontade, imita o aluno negligente, obrigado a repetir as lições nas quais foi reprovado pela falta de esforço.
            A reencarnação do espírito no mesmo globo possibilita o fortalecimento dos laços de família dentro dos ensinamentos de solidariedade, fraternidade e igualdade. Isso não impede que a encarnação possa se dar em outros mundos, mas os espíritos estarão sempre sujeitos ao grau de adiantamento e às próprias necessidades de aprendizado e de reparar suas faltas recíprocas, pelas encarnações no mesmo globo. “Deus, cujas leis são todas soberanamente sábias, nada faz de inútil”. (E. S. Esp. Cap. V Item n º. 26.)

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

terça-feira, 10 de novembro de 2015

- EVANGELHO NO LAR. - O PORQUE DA REENCARNAÇÃO. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)

                     EVANGELHO NO LAR.

            O PORQUE DA REENCARNAÇÃO.

                      PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “Será a encarnação uma punição e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a ela?” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 25)

            É necessária a passagem do espíritos pela vida corpórea.
            Deus, em Sua justiça, dá a todos as mesmas condições e a mesma liberdade de ação.
            Não dá privilégios a ninguém, pois isso seria preferência, o que afastaria a Sua justiça.
            A encarnação é um estado transitório em que o espírito vai fazer uso da sua vontade, de seu livre-arbítrio.
            Se usar mal a sua liberdade, ele retarda o seu progresso e sujeita-se a prolongar indefinidamente a necessidade de reencarnar-se.
            Deus não castiga ninguém. O espírito, usando mal a sua vontade, imita o aluno negligente, obrigado a repetir as lições nas quais foi reprovado pela falta de esforço.
            A reencarnação do espírito no mesmo globo possibilita o fortalecimento dos laços de família dentro dos ensinamentos de solidariedade, fraternidade e igualdade. Isso não impede que a encarnação possa se dar em outros mundos, mas os espíritos estarão sempre sujeitos ao grau de adiantamento e às próprias necessidades de aprendizado e de reparar suas faltas recíprocas, pelas encarnações no mesmo globo. “Deus, cujas leis são todas soberanamente sábias, nada faz de inútil”. (E. S. Esp. Cap. V Item n º. 26.)

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.


                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO Nº. 131. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS? - JOAMAR ZANELINI NAZARET.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

         POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS? 

              É uma pergunta que devemos fazer para nos situar em relação aos riscos que correm nossos filhos.
            A primeira resposta poderia ser de que são almas fracas, que não trazem intimamente resistência contra vícios e tentações de toda espécie. A respeito disso,podemos destacar uma questão colocada Por Allan Kardec: “ pode o homem cometer numa existência faltas não cometidas na precedente? - Isso depende do seu adiantamento. Se ele não souber resistir ás provas, pode ser arrastado a novas faltas, que serão a conseqüência da posição por ele mesmo escolhida“.
            Por aí vemos que ninguém poderá eximir-se da sua própria responsabilidade. A responsabilidade é primeira de quem consome drogas é a própria, pois ninguém nasce na Terra para errar ou cometer enganos, e sim para superar a montanha das dificuldades e os obstáculos de convivência social.
            Nas fases primeira da infância e posteriormente da adolescência nossos filhos necessitam de profundas orientações para que consigam cumprir o seu programa de melhora moral e aperfeiçoamento espiritual, abraçados antes da presente reencarnação. A falta de amparo dos país é motivo para quedas e desequilíbrios; e, se não podemos dizer que a culpa será totalmente dos pais, devemos dizer que a MAIOR RESPONSABILIDADE nessas fases da vida é dos pais, ou seja, PAI E MÃE devem ser o sustentáculo para que nossos protegidos consigam superar a fase infantil e juvenil com aproveitamento espiritual.
            De maneira geral, se formos traçar um perfil dos jovens que se envolvem com drogas, encontraremos uma maioria esmagadora oriunda de lares em crise. O mundo imerso em problemas, o momento sócio-cultural, as difíceis perspectivas de futuro, somados às facilidades de se entrar nos vícios, criam uma situação perigosa.
            A exigência familiar para que sejam melhores que os outros, estudar muito para vencer, namoros que agradem aos genitores, ter de mostrar logo sua opção sexual, cursos diversos, almoços muito rápidos, agenda excessivamente cheia de atividades, para muitos falta de lazer, e outras situações, levam a uma grande pressão sobre o jovem, que necessita ter um lar equilibrado para vencê-la.
            E, recebendo tamanha pressão dos pais para serem sempre os “primeiros“, começam a sofrer conflitos mais fortes.
            Chico Xavier destaca: “tantos jovens que se doparam em drogas, (...), muitas vezes por causa de uma influência opressiva daqueles que foram chamados a orientá-los na vida prática”.
            A porta de entrada no vício será então a desestruturação familiar em maior parte e outra situações em menor escala, tais como a curiosidade, pressão de “amigos”, busca de emoções diferentes.
            Despertemos, pois inúmeras vezes, nossos tutelados buscam-nos como pais, para conversar, pedem-nos disponibilidade para convivência salutar, suplicam apoio, sentindo-se pouco amados, deslocados, com baixa auto-estima, querem mais carinho e calor do que as grandes mesadas, e, se aí fugimos, porque precisamos descansar ou trabalhar mais, estaremos dando o mapa, a passagem e a chave para que caiam na porta do vício.
            Cuidado! Nessas horas é que aparecem falsos amigos e traficantes...

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Jeomar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO N º. 127. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

      POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS?

            É uma pergunta que devemos fazer para nos situar em relação aos riscos que correm nossos filhos.
            A primeira resposta poderia ser de que são almas fracas, que não trazem intimamente resistência contra vícios e tentações de toda espécie. A respeito disso,podemos destacar uma questão colocada Por Allan Kardec: “ pode o homem cometer numa existência faltas não cometidas na precedente? - Isso depende do seu adiantamento. Se ele não souber resistir ás provas, pode ser arrastado a novas faltas, que serão a conseqüência da posição por ele mesmo escolhida“.
            Por aí vemos que ninguém poderá eximir-se da sua própria responsabilidade. A responsabilidade é primeira de quem consome drogas é a própria, pois ninguém nasce na Terra para errar ou cometer enganos, e sim para superar a montanha das dificuldades e os obstáculos de convivência social.
            Nas fases primeira da infância e posteriormente da adolescência nossos filhos necessitam de profundas orientações para que consigam cumprir o seu programa de melhora moral e aperfeiçoamento espiritual, abraçados antes da presente reencarnação. A falta de amparo dos país é motivo para quedas e desequilíbrios; e, se não podemos dizer que a culpa será totalmente dos pais, devemos dizer que a MAIOR RESPONSABILIDADE nessas fases da vida é dos pais, ou seja, PAI E MÃE devem ser o sustentáculo para que nossos protegidos consigam superar a fase infantil e juvenil com aproveitamento espiritual.
            De maneira geral, se formos traçar um perfil dos jovens que se envolvem com drogas, encontraremos uma maioria esmagadora oriunda de lares em crise. O mundo imerso em problemas, o momento sócio-cultural, as difíceis perspectivas de futuro, somados às facilidades de se entrar nos vícios, criam uma situação perigosa.
            A exigência familiar para que sejam melhores que os outros, estudar muito para vencer, namoros que agradem aos genitores, ter de mostrar logo sua opção sexual, cursos diversos, almoços muito rápidos, agenda excessivamente cheia de atividades, para muitos falta de lazer, e outras situações, levam a uma grande pressão sobre o jovem, que necessita ter um lar equilibrado para vencê-la.
            E, recebendo tamanha pressão dos pais para serem sempre os “primeiros“, começam a sofrer conflitos mais fortes.
            Chico Xavier destaca: “tantos jovens que se doparam em drogas, (...), muitas vezes por causa de uma influência opressiva daqueles que foram chamados a orientá-los na vida prática”.
            A porta de entrada no vício será então a desestruturação familiar em maior parte e outra situações em menor escala, tais como a curiosidade, pressão de “amigos”, busca de emoções diferentes.
            Despertemos, pois inúmeras vezes, nossos tutelados buscam-nos como pais, para conversar, pedem-nos disponibilidade para convivência salutar, suplicam apoio, sentindo-se pouco amados, deslocados, com baixa auto-estima, querem mais carinho e calor do que as grandes mesadas, e, se aí fugimos, porque precisamos descansar ou trabalhar mais, estaremos dando o mapa, a passagem e a chave para que caiam na porta do vício.
            Cuidado! Nessas horas é que aparecem falsos amigos e traficantes...

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Jeomar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

- NOTAS ESPIRITUAIS. - PORQUE O ESPIRITISMO PREGA O EVANGELHO. - ELISEU RIGONATTI.


      PORQUE O ESPIRITISMO PREGA O EVANGELHO.

O Espiritismo prega o Evangelho porque sabe que sem ele não passaria de uma doutrina estéril; responder a muitas indagações e corresponder a muitos anseios da alma humana, mas sem o Evangelho, o Espiritismo, assim como todas as outras religiões, não a fecundaria para o bem e para a moralidade.
            Já afirmou Jesus em seu Evangelho: “Toda a árvore que meu pai não plantou, será arrancada e jogada no fogo”. Por estas palavras ele preconiza a extinção de todas as religiões que não seguem o roteiro luminoso do Evangelho. Assim, para que o Espiritismo se torne a árvore frondosa, a cuja sombra revigorante se abrigue a humanidade, é necessário que seus adeptos pautem seus atos, por insignificantes que sejam, pelo Evangelho. Do contrário, o Espiritismo também se tornará uma árvore seca, como tantas outras.
            O Evangelho é pregado nos Centros Espíritas pelos seus oradores, que procuram torná-lo fácil de compreender pelos seus ouvintes; e é pregado no lar, onde o espírita, desejoso de progresso moral, reúne a família em torno desse livro, por alguns minutos ao menos uma vez por semana, e estuda-lhes as lições de luz. Temos assim o culto doméstico do Evangelho.
            O culto doméstico do evangelho é constituído do seguinte modo:
            Escolhem-se um dia por semana e hora em que todos os membros da família possam estar reunidos. Nesse dia e hora, todos se esforçarão por estar presentes; faltar só por motivo de força maior.Reunidos que estejam, tomam do Evangelho; pronuncia-se a prece de abertura; em seguida lê-se um trecho do Evangelho, seguem-se os comentários e cada um fará ligeira análise do trecho lido, sempre procurando extrair dele ensinamentos para aplicá-los na vida diária. Pode-se também comentar os fatos da dia, estudando-os segundo o Evangelho. Encerra-se o culto do Evangelho no lar por uma prece.
            Nessas reuniões, cada um dos participantes poderá colocar sobre a mesa o seu copo de água para fluir e, no fim delas, tomar a sua água fluidificada.
            É importante que essas reuniões do estudo evangélico se façam rigorosamente em dias e horas determinados e que todos trabalhem por comparecer.
            Com a realização metódica do culto evangélico no lar, aos poucos se forma uma corrente espiritual de espíritos evoluídos e simpáticos à família, os quais presidirão espiritualmente a reunião, auxiliando no que lhes for possível.
            O valor desses estudos familiares do Evangelho é grande. O ambiente espiritual do lar melhora sensível e consideravelmente pela expulsão ou pelo encaminhamento dos espíritos imperfeitos que demoravam no lar, empestando o ambiente com suas cargas de fluidos pesados. Estabelece-se uma proteção magnética em volta do lar, garantindo-o contra os ataques malignos do invisível. Maior fraternidade reinará entre todos os componentes do invisível. Maior fraternidade reinará entre todos os componentes da família e pensamentos puros povoarão suas mentes. E finalmente uma luz de excepcional fulgor.
    
                                                                              ELISEU RIGONATTI.

    Fonte: Livro O Espiritismo aplicado - Eliseu Rigonatti - 1a. Edição- Editora Pensamento - São Paulo, SP.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 93. - Porque a família, foi, é e será a primeira escola para a criança? - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos)

 Porque a família, foi, é e será a primeira escola para a criança?

            Um autor desconhecido disse-nos: "Saibam que, quando os pais são inseguros, transmitem os seus medos à seus filhos. Tentam evitar que eles sofram o que temem, mergulham na super proteção. Com isso impedem seu desenvolvimento, tolham seu amadurecimento, tornando-os incapazes e fracos".
            Os pais são os espelhos dos filhos em todas as circunstâncias. Somos responsáveis pelo desenvolvimento educacional, familiar, intelectual, religioso, social, e profissional dos nossos descendentes.
            Dentro do desenvolvimento normal, conforme a idade cronológica da existência, esperando o tempo e a idade certa para ensina-los. Sendo a infância e adolescência a melhor fase para ensiná-los a educação que recebemos dentro dos princípios cristãos.
  
             Porém, não somos os únicos culpados pelos desvios de caráter dos nossos filhos na adolescência, na juventude ou na idade madura, mas somos responsáveis pelas falhas que cometemos quando educamos com maus hábitos e maus exemplos, desvirtuados dos ensino ético e moral do Cristo.

            Harisi Pal, o puxador de quixará em Calcutá na Índia, nos deixou um ensinamento: - “Tudo o que não se dá, se perde”.

                                                                                    Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos)

domingo, 7 de julho de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 80. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

    POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS?

            É uma pergunta que devemos fazer para nos situar em relação aos riscos que correm nossos filhos.
            A primeira resposta poderia ser de que são almas fracas, que não trazem intimamente resistência contra vícios e tentações de toda espécie. A respeito disso,podemos destacar uma questão colocada Por Allan Kardec: “ pode o homem cometer numa existência faltas não cometidas na precedente? - Isso depende do seu adiantamento. Se ele não souber resistir ás provas, pode ser arrastado a novas faltas, que serão a conseqüência da posição por ele mesmo escolhida“.
            Por aí vemos que ninguém poderá eximir-se da sua própria responsabilidade. A responsabilidade é primeira de quem consome drogas é a própria, pois ninguém nasce na Terra para errar ou cometer enganos, e sim para superar a montanha das dificuldades e os obstáculos de convivência social.
            Nas fases primeira da infância e posteriormente da adolescência nossos filhos necessitam de profundas orientações para que consigam cumprir o seu programa de melhora moral e aperfeiçoamento espiritual, abraçados antes da presente reencarnação. A falta de amparo dos país é motivo para quedas e desequilíbrios; e, se não podemos dizer que a culpa será totalmente dos pais, devemos dizer que a MAIOR RESPONSABILIDADE nessas fases da vida é dos pais, ou seja, PAI E MÃE devem ser o sustentáculo para que nossos protegidos consigam superar a fase infantil e juvenil com aproveitamento espiritual.
            De maneira geral, se formos traçar um perfil dos jovens que se envolvem com drogas, encontraremos uma maioria esmagadora oriunda de lares em crise. O mundo imerso em problemas, o momento sócio-cultural, as difíceis perspectivas de futuro, somados às facilidades de se entrar nos vícios, criam uma situação perigosa.
            A exigência familiar para que sejam melhores que os outros, estudar muito para vencer, namoros que agradem aos genitores, ter de mostrar logo sua opção sexual, cursos diversos, almoços muito rápidos, agenda excessivamente cheia de atividades, para muitos falta de lazer, e outras situações, levam a uma grande pressão sobre o jovem, que necessita ter um lar equilibrado para vencê-la.
            E, recebendo tamanha pressão dos pais para serem sempre os “primeiros“, começam a sofrer conflitos mais fortes.
            Chico Xavier destaca: “tantos jovens que se doparam em drogas, (...), muitas vezes por causa de uma influência opressiva daqueles que foram chamados a orientá-los na vida prática”.
            A porta de entrada no vício será então a desestruturação familiar em maior parte e outra situações em menor escala, tais como a curiosidade, pressão de “amigos”, busca de emoções diferentes.
            Despertemos, pois inúmeras vezes, nossos tutelados buscam-nos como pais, para conversar, pedem-nos disponibilidade para convivência salutar, suplicam apoio, sentindo-se pouco amados, deslocados, com baixa auto-estima, querem mais carinho e calor do que as grandes mesadas, e, se aí fugimos, porque precisamos descansar ou trabalhar mais, estaremos dando o mapa, a passagem e a chave para que caiam na porta do vício.
            Cuidado! Nessas horas é que aparecem falsos amigos e traficantes...

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Jeomar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 28 de junho de 2013

- MENSAGEM ESPECIAL. - PORQUE O ESPIRITISMO PREGA O EVANGELHO. - ELISEU RIGONATI.

      PORQUE O ESPIRITISMO PREGA O EVANGELHO.

O Espiritismo prega o Evangelho porque sabe que sem ele não passaria de uma doutrina estéril; responder a muitas indagações e corresponder a muitos anseios da alma humana, mas sem o Evangelho, o Espiritismo, assim como todas as outras religiões, não a fecundaria para o bem e para a moralidade.
            Já afirmou Jesus em seu Evangelho: “Toda a árvore que meu pai não plantou, será arrancada e jogada no fogo”. Por estas palavras ele preconiza a extinção de todas as religiões que não seguem o roteiro luminoso do Evangelho. Assim, para que o Espiritismo se torne a árvore frondosa, a cuja sombra revigorante se abrigue a humanidade, é necessário que seus adeptos pautem seus atos, por insignificantes que sejam, pelo Evangelho. Do contrário, o Espiritismo também se tornará uma árvore seca, como tantas outras.
            O Evangelho é pregado nos Centros Espíritas pelos seus oradores, que procuram torná-lo fácil de compreender pelos seus ouvintes; e é pregado no lar, onde o espírita, desejoso de progresso moral, reúne a família em torno desse livro, por alguns minutos ao menos uma vez por semana, e estuda-lhes as lições de luz. Temos assim o culto doméstico do Evangelho.
            O culto doméstico do evangelho é constituído do seguinte modo:
            Escolhem-se um dia por semana e hora em que todos os membros da família possam estar reunidos. Nesse dia e hora, todos se esforçarão por estar presentes; faltar só por motivo de força maior.Reunidos que estejam, tomam do Evangelho; pronuncia-se a prece de abertura; em seguida lê-se um trecho do Evangelho, seguem-se os comentários e cada um fará ligeira análise do trecho lido, sempre procurando extrair dele ensinamentos para aplicá-los na vida diária. Pode-se também comentar os fatos da dia, estudando-os segundo o Evangelho. Encerra-se o culto do Evangelho no lar por uma prece.
            Nessas reuniões, cada um dos participantes poderá colocar sobre a mesa o seu copo de água para fluir e, no fim delas, tomar a sua água fluidificada.
            É importante que essas reuniões do estudo evangélico se façam rigorosamente em dias e horas determinados e que todos trabalhem por comparecer.
            Com a realização metódica do culto evangélico no lar, aos poucos se forma uma corrente espiritual de espíritos evoluídos e simpáticos à família, os quais presidirão espiritualmente a reunião, auxiliando no que lhes for possível.
            O valor desses estudos familiares do Evangelho é grande. O ambiente espiritual do lar melhora sensível e consideravelmente pela expulsão ou pelo encaminhamento dos espíritos imperfeitos que demoravam no lar, empestando o ambiente com suas cargas de fluidos pesados. Estabelece-se uma proteção magnética em volta do lar, garantindo-o contra os ataques malignos do invisível. Maior fraternidade reinará entre todos os componentes do invisível. Maior fraternidade reinará entre todos os componentes da família e pensamentos puros povoarão suas mentes. E finalmente uma luz de excepcional fulgor.
                                                                                  ELISEU RIGONATTI.

            Fonte: Livro O Espiritismo aplicado - Eliseu Rigonatti - 1a. Edição- Editora Pensamento - São Paulo, SP.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)