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quarta-feira, 26 de julho de 2017

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUNS E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 204. ATUALIDADE ESPÍRITA.- EMMANUEL.(CHICO XAVIER.)



             ATUALIDADE ESPÍRITA.

Reunião pública de 19/9/1960 . -Capítulo XXXI Dissertação I Espíritas!

O mundo de agora é o campo de luta a que fostes conclamados para servir.
Todas as rotas oferecem contradições terríveis.
A cada trecho, surpreendemos os que falam em Cristo, negando-lhe testemunho.
Ouvimos os que pregam desinteresse, agarrando-se à posse; os que se referem à união, disseminando a discórdia; os que exaltam a humildade, embriagando- se de orgulho, e os que receitam sacrifício para uso dos outros, sem se animarem a tocar com um dedo os fardos de trabalho que os semelhantes carregam!...
Ontem, contudo, noutras reencarnações, éramos nós igualmente assim...
Recorríamos à cruz do Senhor, talhando cruzes para os braços do próximo; exalçávamos o desprendimento, entronizando o egoísmo; louvávamos a virtude, endossando o vicio, e clamávamos por fraternidade, estimulando a perseguição a quem não pensasse por nossa cabeça.
*
Hoje, no entanto, a Doutrina Espírita restaura para nós o Evangelho, em versão viva e simples.
Não mais o Cristo abençoando a carniçaria da guerra.
Não mais o Cristo monumentalizado em prata e ouro.
Não mais a escravidão religiosa, imaginariamente do Cristo.
Não mais imposições e convenções, supostas do Cristo.
Agora, como devia ter sido sempre, encontramos no Mestre Divino o companheiro da Humanidade, ensinando-nos a crescer no bem para a vida vitoriosa.
Não nos baste, pois, simplesmente crer!...
Em toda parte, é necessário sejamos o exemplo do ensino que pregamos, porque, se o Evangelho é a revelação pela qual o Cristo nos entregou mais amplo conhecimento de Deus, a Doutrina Espírita é a revelação pela qual o mundo espera mais amplo conhecimento do Cristo, em nós e por nós.

            Livro: “SEARA DOS MÉDIUNS”, - Emmanuel, - Psicografado por Francisco Cândido Xavier, - 12 ª edição, - Editora F E B, - Rio de Janeiro, RJ, - Abril de 2000.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 22 de junho de 2015

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - SEAREIROS DA ATUALIDADE. - OS ANIMAIS, NOSSOS PARENTES PRÓXIMOS (1). - VICTOR RIBAS CARNEIRO.

           SEAREIROS DA ATUALIDADE.

 OS ANIMAIS, NOSSOS PARENTES PRÓXIMOS (1).

            Respondendo a Questão 607 de “O Livro dos Espíritos”, os mentores de Allan Kardec disseram-lhe que a alma humana, na sua origem, passou por uma série de existências qe precedem o período a que chamamos Humanidade.
            Diante dessa assertiva, negar nosso parentesco com os animais inferiores ou irracionais seria o mesmo que negar o que dissera o Espírito de Verdade ao mestre lionês, quando da realização do seu meritório trabalho da codificação do Espiritismo, há mais de cento e vinte anos, codificação essa que encerra os ensinamentos constituintes dos postulados da Doutrina Espírita.
            A mesma Questão, na letra (a) esclarece pereptoriamente que “nesses seres(os animais), cuja totalidade estamos longe de conhecer, é que o princípio inteligente se elabora, se individualiza pouco a pouco e se ensaia para a vida... É, de certo modo, um trabalho preparatório, como o da germinação, por efeito do qual o princípio inteligente sofre uma transformação e se torna Espírito. Entra, então, no período da humanização, começando a ter consciência do futuro, capacidade de distinguir o bem do mal e a responsabilidade de seus atos. Assim, à fase da infância segue-se a da adolescência, vindo depois a da juventude e a da madureza. Nessa origem, coisa alguma há de humilhante para o homem. Sentir-se-ão humilhados os grandes gênios por terem sido fetos informes nas entranhas que o geraram?...
            Cremos não seja necessário a transcrição total desta resposta, pois o que citamos basta para nos convencer de que antes de o Espírito encarnar na espécie humana. Isto é, antes de o Espírito encarnar na espécie humana, isto é, antes do período de humanização, já estava sendo elaborado, segundo os desígnios do Criador. Daí por que disseram os mentores de Kardec que os Espíritos foram criados simples e ignorantes, porém, dotados do livre arbítrio e capazes de evolver através das múltiplas reencarnações. Entendemos que, a partir daí, o ser inteligente (Espírito) adquire condições de fazer uso da razão para dar seus primeiros passos na senda do progresso moral e intelectual, encarnando da espécie humana.

                                                                       VICTOR RIBAS CARNEIRO.

            Fonte: Livro – SEAREIROS DA ATUALIDADE, - autores Escritores e Jornalistas Espíritas, - 1 ª edição, - Editora ABC DO INTERIOR, (EDITORA EME), CAPIVARI, SP. – 1983.


                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - AUGUSTO DOS ANJOS. (CHICO XAVIER.0

                                   ATUALIDADE.

                        Torna Caim ao fausto do proscênio.
                        A civilização regressa à taba
                        A força primitiva menoscaba
                        A evolução onimoda do Gênio.

                        Trevas. Canhões. Apaga-se ao milênio.
                        A construção dos séculos desaba.
                        Ressurge o crânio do morubixaba
                        Na cultura da bomba de hidrogênio.

                        Mas, acima do império amargo e exangue
                        Do homem perdido em pântanos de sangue,
                        Novo sol banha o pélago profundo.

                        É Jesus que, através da tempestade,
                        Traz ao berço da Nova Humanidade
                        A consciência cósmica do mundo.

                                                           AUGUSTO DOS ANJOS.

                        PARAIBANO. Nasceu em 1884 e desencarnou em 1914, na Cidade de Leopoldina, Minas. Era professor no Colégio Pedro II. Inconfundível pela bizarria da técnica, bem como dos assuntos de sua predileção, deixou um só livro – Eu – que foi, aliás, suficiente para lhe dar personalidade original.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA e outros autores - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)