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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

- MENSAGEM PARA O DIA 20 DE FEVEREIRO.


Mensagens do Mês de Fevereiro Dia:20

“Deus nos deu, para nos melhorarmos, justamente o que necessitamos e nos é suficiente: a voz da consciência e as tendências instintivas; e nos tira o que poderia prejudicar-nos”.                                                                                                                   

Allan Kardec.

                        ROTULAGEM.

            “Mas quem não possui o espírito do Cristo, esse não é dele.” – Paulo. (ROMANOS, 8:9.)

            A rotulagem não tranqüiliza.
            Procuremos a essência.
            Há louvores em memória do Cristo, em numerosos tribunais, que, em muitas ocasiões, apenas exaltam a injustiça.
            Há preciosas referências ao Cristo, em vozes altamente categorizadas da cultura terrestre, que, em nome do Evangelho, procuram estender a miséria e a ignorância.
            Há juramentos por Cristo, através de conversações que constituem vastos corredores na direção das trevas.
            Há invocações verbais ao Cristo, em operações puramente comerciais, que são escuros atentados à harmonia da consciência.
            Meditemos na extensão de nossos deveres morais, no círculo das responsabilidades que abraçamos com a fé cristã.
            Jesus permanece em imagens, cartazes, bandeiras, medalhas, adornos, cânticos, poemas, narrativas, discursos, sermões, estudos e contendas, mas isso é muito pouco se lhe não possuímos  o ensinamento vivo, na consciência e no coração.
            É sempre fácil externar entusiasmo e convicção, votos brilhantes e frases bem-feitas.
            Acautelemo-nos, porém, contra o perigo da simples rotulagem. Com o apóstolo, não nos esqueçamos de que, se não possuímos o espírito do Cristo, dele nos achamos ainda consideravelmente distantes.

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. - 1982.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

- NOTAS ESPIRITUAIS. - MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. - BENEFÍCIO E GRATIDÃO XVII. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)



MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

                      BENEFÍCIO E GRATIDÃO XVII.

            A árvore, porém, não pergunta a quem lhe colhe o fruto para onde o carrega, que pretende dele, Felicita-se por poder dar e se multiplicar através da semente que, atirada alhures, abençoa o novo solo com outras dádivas de alegria.
            Imita-lhe o exemplo.

                                 Joanna de Ângelis. – Divaldo Pereira Franco.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

- VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES. - N º. 29. - 17 º. PARTE. - SILVIO BRITO SOARES.


                 VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES.
           
   17 º. Parte.

            Apesar de convencido da verdade do Espiritismo, eu nunca tinha assistido, nem tentado assistir a qualquer trabalho experimental, confirmativo sequer da comunicação dos Espíritos.
            Tendo sido atacado de dispepsia, que me reduziu a um estado desesperador, sem que me tivesse proporcionado o menor alívio a medicina oficial, apesar de ter eu recorrido aos mais notáveis médicos desta capital, resolvi, depois de um sofrimento de cinco anos, recorrer a um médium receitista em quem muito se falava, o Sr. João Gonçalves do Nascimento.
           Eu não acreditava nem deixava de acreditar na medicina medianímica, e confesso que propendia mais para a crença de que tal médium era um especulador.
             Em desespero de causa, porém, eu recorria a ele, mesmo que soubesse ser um curandeiro.
            Tentava um recurso desesperado, e fazia uma experiência, que eu tomasse todas as cautelas, para que ela pudesse me dar uma convicção fundada.
            Combinei com o Dr. Maia Lacerda, completamente desconhecido do tal médium, ser ele que fizesse pessoalmente a consulta, recomendando-lhe que assistisse ao trabalho do médium, enquanto este escrevesse, e pedisse-lhe o papel, logo que acabasse de escrever; porque bem podia ter ele um médico hábil, por de trás do reposteiro, que lhe arranjasse aquelas peças.
            É verdade que um médico, não sabendo de quem se tratava, visto que só se dava ao médium o nome de batismo e a idade dos consulentes, não podia adivinhar-lhe os sofrimentos, mas, em todo o caso, eu queria ter certeza de que era exclusivamente do médium, homem completamente ignorante de medicina.
            O Dr. Lacerda fez como lhe recomendei, e trouxe-me o que, a meu respeito, escreveu o médium, que não podia reconhecer-me por meu nome próprio, “Adolfo”, não só porque há muitas pessoas com este nome, como porque sou conhecido como Bezerra de Menezes, e bem poucos dos que não entretém relações íntimas comigo sabem que me chamo Adolfo.
            Tomei o papel que dizia:
            “O teu órgão meu amigo (era o Espírito que falava ao médium), não é suficiente para satisfazer este consultante, em vista das circunstâncias de sua elevada posição social (eu era membro da Câmara dos Deputados) e principalmente de sua proficiência médica.
            “Entretanto, como não dispomos de outro, faremos com ele o mais que pudermos.
            “Vejo no organismo do consultante...”; seguia-se uma descrição minuciosa de meus sofrimentos e suas causas determinantes, tão exatos aqueles, quanto perfeitamente fisiológico estas.
              Não posso descrever o abalo que me produziu este fato estupendo!
        Segui o tratamento espírita, e o que os mestres da Ciência não conseguiram em cinco anos, Nascimento obteve em três meses.

            Fonte: - Livro “VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES” - SILVIO BRITO SOARES – 4 ª. Edição – Editora FEB. – Rio de Janeiro, RJ. – Agosto de 1978.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

- VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES. - N º. 28. - 16 º. PARTE. - SILVIO BRITO SOARES.


                VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES.

              16 º. Parte.
            Começaram a aparecer as primeiras notas espirituais no Rio de Janeiro; mas eu repelia semelhante doutrina, sem conhecê-la nem de leve! Somente porque temia que ela perturbasse a tal ou qual paz me trouxera ao espírito a minha volta à religião de meus maiores, embora com restrições.
            Um colega (Dr. Joaquim Carlos Travassos), porém, tendo traduzido O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, fez-me presente de um exemplar, que aceitei, pó cortesia.
            Deu-mo na cidade, e eu morava na Tijuca, a uma hora de viagem de bonde.
            Embarquei com o livro, e, não tendo distração para a longa e fastidiosa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto; e depois, é ridículo confessar-me ignorante de uma filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas.
            Pensando assim, abri o livro e prendi-me a ele, como acontecera com a Bíblia.
            Lia, mas não encontrava nada que fosse novo para o meu espírito, e entretanto tudo aquilo era novo para mim!
            Dava-se em mim o que acontece muitas vezes a quem muito lê, e que um dia encontra uma obra onde se deparam idéias, que já leu, mas que não sabe em que autor.
            Eu já tinha lido e ouvido tudo o que se achava em O Livro dos Espíritos, mas eu tinha a certeza de nunca haver lido obra alguma espírita, e, portanto, me era impossível descobrir onde e quando me fora dado o conhecimento de semelhante idéias!
            Preocupei-me seriamente com este fato que me era maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, como se diz vulgarmente, de nascença, e que todas essas vacilações que meu espírito sentia eram marchas e contramarchas que ele fazia, por descobrir o que lhe era conhecido e, porventura, obrigado a isto.

            Fonte: - Livro “VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES”  - SILVIO BRITO SOARES – 4 ª. Edição – Editora FEB. – Rio de Janeiro, RJ. – Agosto de 1978.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)