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quinta-feira, 18 de julho de 2019

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - UNIDADE. - LUIZ PISTARINI. (CHICO XAVIER.)


                            UNIDADE.

Todos nós somos irmãos,
Porque os nossos espíritos
São unos na essência...

Todos nós somos fragmentos
Da mesma luz gloriosa e eterna
Da sabedoria inescrutável
Do Criador,
Cujas mãos magnânimas e misericordiosas
Espalharam com abundância
Nas vastidões imensuráveis do éter,
Infinitas e esplendorosas,
Terras e almas,
As quais no divino equilíbrio do Amor
Buscam a perfeição indefinida.

Todos nós somos irmãos,
Porque nutrimos indistintamente
A mesma aspiração do Belo e do Perfeito,
O mesmo sonho,
A mesma dor na luta
A prol da redenção.

Espiritualmente,
Somos filhos de um só Pai,
Somos as frondes que se interpenetram
De uma só árvore genealógica,
Cuja raiz insondável
Está no coração augusto de Deus,
O qual, por uma disposição inexplicável,
Encerra em si
Todos os mundos,
Todas as almas
Todos os seres da Criação!

Fazei, pois, da Terra
O caminho comum da vossa salvação,
Porquanto, mais além
Das fronteiras planetárias,
Vivereis dentro de sagrados coletivismos,
Sem egoísmos,
Na suprema unidade
De aspiração para a felicidade.

Luiz Pistarini

Luiz Pistarini nasceu em Resende, Estado do Rio, à rua dos Voluntários, e faleceu, aos 41 anos de idade, naquela mesma cidade, no começo do ano de 1918. Publicou dois livros, de poesias: Bandolim e Sombrinhas e Postais, deixando, inédito, um terceiro: Agonias e Ressurreição. Fundou e dirigiu a revista A Crisálida e o jornal O Domingo. Residiu durante algum tempo na Capital Federal, onde colaborou em vários jornais. Foi um atormentado pelas enfermidades.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - AUTORES DIVERSOS. - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas? - DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            ENTREVISTA DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO AO JORNAL ESPÍRITA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

                                                                       TEXTO. LUÍS DE ALMEIDA.

            “Unificação, entretanto, não é, conforme pensam alguns desinformados, Uniformização...”

                                                           DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas?

            - O Espírito do Dr. Bezerra de Menezes utiliza-se dessa bela parábola de Jesus a fim de orientar a necessidade da união dos espíritas e da unificação das Entidades Espíritas, que é aquela com respeito ao feixe das varas. Separados, seremos frágeis, atingíveis, facilmente vulneráveis em situações menos felizes, enquanto que, unidos, poderemos dirimir nossas dificuldades e cooperando uns com os outros de forma edificante, e, ao mesmo tempo, fortalecendo-nos em combates inevitáveis da evolução.
            - Através de mensagem de que fui objeto na Federação Espírita Brasileira, durante a reunião do Conselho Federativo Nacional oportunamente, ele se referiu a necessidade de sermos unidos como irmãos, de que as instituições pudessem permanecer unificadas. Somente a união dos indivíduos fará a unificação das Entidades. Unificação, entretanto, não é conforme pensam alguns desinformados, Uniformização, desde que o objetivo essencial da mesma é o auxílio recíproco por todos os meios exeqüíveis.
            Pregando a fraternidade, que é um dos elementos básicos da tríade proposta por Allan Kardec, que se completa com o trabalho e a tolerância, não há como se possa compreender desunião, separação, na qual tenha prioridade o personalismo e destaque o egoísmo individual em detrimento do social.
            Acredito, portanto, que se torna inadiável a proposta da unificação dos espíritas, assim como indivíduos, nos mais diferentes segmentos da sociedade e especialmente no nosso.

            Fonte: www.terravista.pt/PortoSanto/1391/Divaldo.HTML - 04/10/2002.

                                   RHEDAM.(rhedam@gmail.com)


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas? - DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            ENTREVISTA DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO AO JORNAL ESPÍRITA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

                                                                       TEXTO. LUÍS DE ALMEIDA.

            “Unificação, entretanto, não é, conforme pensam alguns desinformados, Uniformização...”

                                                           DIVALDO PEREIRA FRANCO.

  Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas?

            - O Espírito do Dr. Bezerra de Menezes utiliza-se dessa bela parábola de Jesus a fim de orientar a necessidade da união dos espíritas e da unificação das Entidades Espíritas, que é aquela com respeito ao feixe das varas. Separados, seremos frágeis, atingíveis, facilmente vulneráveis em situações menos felizes, enquanto que, unidos, poderemos dirimir nossas dificuldades e cooperando uns com os outros de forma edificante, e, ao mesmo tempo, fortalecendo-nos em combates inevitáveis da evolução.
            - Através de mensagem de que fui objeto na Federação Espírita Brasileira, durante a reunião do Conselho Federativo Nacional oportunamente, ele se referiu a necessidade de sermos unidos como irmãos, de que as instituições pudessem permanecer unificadas. Somente a união dos indivíduos fará a unificação das Entidades. Unificação, entretanto, não é conforme pensam alguns desinformados, Uniformização, desde que o objetivo essencial da mesma é o auxílio recíproco por todos os meios exeqüíveis.
            Pregando a fraternidade, que é um dos elementos básicos da tríade proposta por Allan Kardec, que se completa com o trabalho e a tolerância, não há como se possa compreender desunião, separação, na qual tenha prioridade o personalismo e destaque o egoísmo individual em detrimento do social.
            Acredito, portanto, que se torna inadiável a proposta da unificação dos espíritas, assim como indivíduos, nos mais diferentes segmentos da sociedade e especialmente no nosso.

            Fonte: www.terravista.pt/PortoSanto/1391/Divaldo.HTML - 04/10/2002.

                                   RHEDAM.(rhedam@gmail.com)

domingo, 7 de julho de 2013

- MENSAGEM PARA AUNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas? - DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            ENTREVISTA DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO AO JORNAL ESPÍRITA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

                                                                       TEXTO. LUÍS DE ALMEIDA.

            “Unificação, entretanto, não é, conforme pensam alguns desinformados, Uniformização...”

                                                           DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas?

            - O Espírito do Dr. Bezerra de Menezes utiliza-se dessa bela parábola de Jesus a fim de orientar a necessidade da união dos espíritas e da unificação das Entidades Espíritas, que é aquela com respeito ao feixe das varas. Separados, seremos frágeis, atingíveis, facilmente vulneráveis em situações menos felizes, enquanto que, unidos, poderemos dirimir nossas dificuldades e cooperando uns com os outros de forma edificante, e, ao mesmo tempo, fortalecendo-nos em combates inevitáveis da evolução.
            - Através de mensagem de que fui objeto na Federação Espírita Brasileira, durante a reunião do Conselho Federativo Nacional oportunamente, ele se referiu a necessidade de sermos unidos como irmãos, de que as instituições pudessem permanecer unificadas. Somente a união dos indivíduos fará a unificação das Entidades. Unificação, entretanto, não é conforme pensam alguns desinformados, Uniformização, desde que o objetivo essencial da mesma é o auxílio recíproco por todos os meios exeqüíveis.
            Pregando a fraternidade, que é um dos elementos básicos da tríade proposta por Allan Kardec, que se completa com o trabalho e a tolerância, não há como se possa compreender desunião, separação, na qual tenha prioridade o personalismo e destaque o egoísmo individual em detrimento do social.
            Acredito, portanto, que se torna inadiável a proposta da unificação dos espíritas, assim como indivíduos, nos mais diferentes segmentos da sociedade e especialmente no nosso.

            Fonte: www.terravista.pt/PortoSanto/1391/Divaldo.HTML - 04/10/2002.


                                   RHEDAM.(rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 21 de junho de 2013

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas? - DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            ENTREVISTA DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO AO JORNAL ESPÍRITA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

                                                                       TEXTO. LUÍS DE ALMEIDA.

            “Unificação, entretanto, não é, conforme pensam alguns desinformados, Uniformização...”

                                                           DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas?

            - O Espírito do Dr. Bezerra de Menezes utiliza-se dessa bela parábola de Jesus a fim de orientar a necessidade da união dos espíritas e da unificação das Entidades Espíritas, que é aquela com respeito ao feixe das varas. Separados, seremos frágeis, atingíveis, facilmente vulneráveis em situações menos felizes, enquanto que, unidos, poderemos dirimir nossas dificuldades e cooperando uns com os outros de forma edificante, e, ao mesmo tempo, fortalecendo-nos em combates inevitáveis da evolução.
            - Através de mensagem de que fui objeto na Federação Espírita Brasileira, durante a reunião do Conselho Federativo Nacional oportunamente, ele se referiu a necessidade de sermos unidos como irmãos, de que as instituições pudessem permanecer unificadas. Somente a união dos indivíduos fará a unificação das Entidades. Unificação, entretanto, não é conforme pensam alguns desinformados, Uniformização, desde que o objetivo essencial da mesma é o auxílio recíproco por todos os meios exeqüíveis.
            Pregando a fraternidade, que é um dos elementos básicos da tríade proposta por Allan Kardec, que se completa com o trabalho e a tolerância, não há como se possa compreender desunião, separação, na qual tenha prioridade o personalismo e destaque o egoísmo individual em detrimento do social.
            Acredito, portanto, que se torna inadiável a proposta da unificação dos espíritas, assim como indivíduos, nos mais diferentes segmentos da sociedade e especialmente no nosso.

            Fonte: www.terravista.pt/PortoSanto/1391/Divaldo.HTML - 04/10/2002.


                                   RHEDAM.(rhedam@gmail.com)