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quarta-feira, 22 de abril de 2015

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 172, - MORTES COLETIVAS. - ALLAN KARDEC.

                                     MORTES COLETIVAS.

            “Nos casos de morte coletiva, observou-se que todos os que pereceram ao mesmo tempo nem sempre se revêm imediatamente”.

                                               Allan Kardec.

 Fonte: Obras Básicas da Doutrina Espírita.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 2 de abril de 2013

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - Nº. 96. - MORTE COLETIVA. - ALLAN KARDEC


                                                         MORTE COLETIVA.

“Nos casos de morte coletiva, observou-se que todos os que pereceram ao mesmo tempo nem sempre se revêm imediatamente”.                   

                                                                                              Allan Kardec.

                   Fonte: Obras Básicas da Doutrina Espírita.

                                          RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 31 de março de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - CAPÍTULO IV. - SISTEMAS. - 44. – Sistema da alma coletiva. - ALLAN KARDEC.


                                               CAPÍTULO IV.

                                                    SISTEMAS.

            44. – Sistema da alma coletiva. É uma variante do precedente. Segundo esse sistema, só a alma do médium se manifesta mas, se identifica ela com a de várias outras pessoas presentes ou ausentes, e forma um todo coletivo reunindo as aptidões, a inteligência e os conhecimentos de cada um. Ainda que a brochura onde essa teoria está exposta seja intitulada a luz (Comunhão. A luz do fenômeno do Espírito, Emah Tirpsé.), ela nos pareceu de um estilo muito obscuro; confessamos tê-la compreendido pouco., e dela não falamos senão de memória. É, aliás, como muitas outras, uma opinião pessoal que fez poucos prosélitos. O Nome de Emah Tirpsé é o que toma o autor para designar o ser coletivo que representa. Toma por epígrafe: Não nada de oculto que não deva ser conhecido. Esta proposição é evidentemente falsa, porque há uma multidão de coisas que o homem não pode e não deve saber; bem presunçoso seria aquele que pretendesse penetrar todos os segredos de Deus. 

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(rrhedam@gmail.com)