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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - OBJETIVO SUPREMO. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



                OBJETIVO SUPREMO.

            Quando entregarmos a Deus com espírito espontâneo de tolerância e paciência, fraternidade e entendimento, aquele que nos agride, outro que nos fere e ainda outro que nos prejudica; aquele que nos persegue, outro que nos espanca e ainda outro que nos abençoa, através das suas leis de misericórdia e de justiça, continuando sempre agindo e servindo, em auxílio ao próximo, sem reclamar e sem perturbar a ninguém, acabaremos compreendendo que o próprio Pai e Criador permitiu-nos o contato com os chamados agentes do mal, a fim de vencermos o desequilíbrio em nós próprios, de modo a entrarmos na posse da luminosa felicidade do Eterno Bem.

            Fonte: Livro Linha 200, - autor Emmanuel, Francisco C. Xavier, - 2 ª. edição, - Editora Cultura Espírita União (C. E. U.), - São Paulo, SP, - 1981. –

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO ALÉM TÚMULO, - SUPREMO ENGANO. - ANTERO DE QUENTAL. (CHICO XAVIER.)

                                   SUPREMO ENGANO.

            Vê-se da Terra o Céu, em toda a vida,
            Como um vergel azul de lírios brancos,
            Onde mora a ventura, e em cujos flancos
            Repousa a grande mágoa adormecida.

            Céu! Quanta vez minhaalma entristecida
            Anteviu tua paz, sob os arrancos,
            Sob os golpes da dor, rijos e francos,
            Na escuridão espessa e indefinida!

            Não sonhei com teus deuses venturosos,
            Com teus grandes olimpos majestosos,
            Cheios de vida e de infinitos bens...

            Antegozei, somente, em minhas dores,
            A paz livre de trevas é pavores,
            Do imperturbável nada que não tens!

                                                                                  - ANTERO DE QUENTAL.

            Nascido na ilha de São Miguel nos Açores, em 1842, e desencarnou por suicídio, em1891. É vulto eminente e destacado nas letras portuguesas, caracterizando-se pelo seu espírito filosófico.


            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.


                                               RHEDAM. (rhedam@gmail.com)