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quarta-feira, 20 de junho de 2018

- EVANGELHO NO LAR. - CARREGAR A CRUZ COM DIGNIDADE. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)


                EVANGELHO NO LAR.

 CARREGAR A CRUZ COM DIGNIDADE.

                   PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

 Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

“Jesus vos disse muitas vezes que não se colocava um fardo pesado sobre ombros fracos(...)”. (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 5, Item n º. 18)

            “Bem-aventurados os aflitos, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus, 5:4). É o alerta de Jesus para sofrermos pacientemente as provas necessárias ao nosso adiantamento espiritual. Esse chamamento destina-se não ao homem revoltado nem desanimado, mas sim ao espírito firme no propósito de aceitar as dificuldades da vida e vencê-las. Devemos agradecer a Deus a oportunidade de sermos testados pelo sofrimento. Por isso, bem ou mal, sofrer depende da nossa aceitação, pois o sofrimento com revolta não tem, ao findar, o mérito do consolo da paz.
            Coragem na dor e no testemunho é caminho para a consolação de Deus. A fé divina conquista a coragem e, como sustentáculo da coragem, tem-se a prece.
            Mas a prece não basta por si só, se não estiver apoiada numa fé raciocinada.
            Quantas vezes se o homem se desespera e ora repetidamente. Acredita na solução  do problema pela quantidade de orações, mas se elas não expressam a convicção, se só forem balbuciadas pelos lábios, não encontrarão nunca ressonância na alma.
            A vida esta cheia de tribulações e vencendo-as encontraremos a recompensa. “ Tendes ouvido freqüentemente que ele não põe um fardo pesado em ombros frégeis”. Somos testados na medida em que nosso próprio espírito suporta.
            Um militar num campo de batalha só será promovido caso se empenha para vencer a luta. Assim também o espírito encarnado, ao passar pelas provas terrenas sem o esforço de superá-las, é como o soldado que nada faz para subir de posto.
            Quando a dor e a contrariedade atingirem o nosso coração e conseguirmos dominar os impulso da cólera, da impaciência,do ódio ou do desespero, então tudo venceremos e nos sentiremos mais fortes.
            Portanto, bem-aventurados os aflitos que provam a fé, a firmesa, a perseverança e a submissão à vontade de Deus, pois estarão se candidatando às alegrias escassas na Terra e ao repouso produtivo no Cèu.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

- EVANGELHO NO LAR. - CARREGAR A CRUZ COM DIGNIDADE. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)

                        EVANGELHO NO LAR.

CARREGAR A CRUZ COM DIGNIDADE.

                         PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

  Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

“Jesus vos disse muitas vezes que não se colocava um fardo pesado sobre ombros fracos(...)”. (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 5, Item n º. 18)

            “Bem-aventurados os aflitos, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus, 5:4). É o alerta de Jesus para sofrermos pacientemente as provas necessárias ao nosso adiantamento espiritual. Esse chamamento destina-se não ao homem revoltado nem desanimado, mas sim ao espírito firme no propósito de aceitar as dificuldades da vida e vencê-las. Devemos agradecer a Deus a oportunidade de sermos testados pelo sofrimento. Por isso, bem ou mal, sofrer depende da nossa aceitação, pois o sofrimento com revolta não tem, ao findar, o mérito do consolo da paz.
            Coragem na dor e no testemunho é caminho para a consolação de Deus. A fé divina conquista a coragem e, como sustentáculo da coragem, tem-se a prece.
            Mas a prece não basta por si só, se não estiver apoiada numa fé raciocinada.
            Quantas vezes se o homem se desespera e ora repetidamente. Acredita na solução  do problema pela quantidade de orações, mas se elas não expressam a convicção, se só forem balbuciadas pelos lábios, não encontrarão nunca ressonância na alma.
            A vida esta cheia de tribulações e vencendo-as encontraremos a recompensa. “ Tendes ouvido freqüentemente que ele não põe um fardo pesado em ombros frágeis”. Somos testados na medida em que nosso próprio espírito suporta.
            Um militar num campo de batalha só será promovido caso se empenha para vencer a luta. Assim também o espírito encarnado, ao passar pelas provas terrenas sem o esforço de superá-las, é como o soldado que nada faz para subir de posto.
            Quando a dor e a contrariedade atingirem o nosso coração e conseguirmos dominar os impulso da cólera, da impaciência,do ódio ou do desespero, então tudo venceremos e nos sentiremos mais fortes.
            Portanto, bem-aventurados os aflitos que provam a fé, a firmeza, a perseverança e a submissão à vontade de Deus, pois estarão se candidatando às alegrias escassas na Terra e ao repouso produtivo no Céu.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.


                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - RESUMO DE LIVROS ESPIRITAS. - RUMO CERTO. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

        RESUMO DE LIVROS ESPIRITAS.

                                  RUMO CERTO.

                                                           Pelo espírito de Emmanuel.
                                               Psicografado por Francisco Cândido Xavier.

            CAP. 59 – SUPORTAR NOSSA CRUZ

            A cruz do Cristo é a do exemplo de do sacrifico, induzindo-nos à subida espiritual nos domínios da elevação. A nossa, porém, será, sobretudo, nós em nós mesmos. Agüentar-nos como temos sido nas múltiplas existências passadas. Carregar-nos com as imperfeições e dívidas que inadvertidamente acumulamos. Entretanto, agradecendo e abençoando a lixívia de suor e pranto no resgate ou na tribulação com que as extirpamos.
           
                                                           ***                 
           
            Em muitos episódios difíceis da existência, consideramos demasiadamente amargo o cálice da prova redentora que nos é destinado, mas, de maneira geral, não é a medicação providencial nele contida que nos aflige e, sim a nossa própria debilidade em aceitá-la. Em numerosas crises do mundo, julgamos excessivamente pesada a carga dos desenganos que nos fustigam o espírito.. No entanto, não é o volume das desilusões educativas, que nos são indispensáveis, aquilo que nos faz vergar os ombros da alma, mas o nosso orgulho ferido a nos esfoguear por dentro do coração.

                                                           ***

            Suportar nossa cruz será tolerar as tendências inferiores que ainda nos caracterizam, sem acalentá-las, mas igualmente sem nos condenar por isso, diligenciando esgotar em serviço, em paciência, em serenidade e em abnegação a suvata de sombras que ainda transportamos habitualmente no fundo das nossas atividades de auto-aprimoramento ou reabilitação.

                                                           ***

            Chorar em muitas ocasiões, mas nunca nos desesperamos. Errar ainda vezes muitas, no entanto, retificar-nos em todos os lances da estrada tantas vezes quantas se fizerem necessárias. Reconhecer-nos no espelho da própria consciência, resignar-nos com as nódoas e cicatrizes emocionais da culpa que ainda se estampam em nossa face espiritual e acatar, no trabalho e no sofrimento, a presença de cirurgiões divinos, cujos esforço nos regenerará os tecidos sutis da alma, preparando-nos e instruindo-nos para o mundo melhor. (...)

                        Fonte: FEB. Editora. – WWW.febrasil.org.br